Arquivo para ‘Google’

30/09/2011

Do you Tweet or do you Facebook?


Acha o Twitter muito confuso? Não consegue entender porque é que este bando de nerds ainda usa uma ferramenta que não reconhece o nome deseus amigos enquanto digita (@username?!?)?

Este artigo do New York Times dá umas pistas interessantes…

Who am I? | JKScatena for Multigraphias

Who am I? | JKScatena for Multigraphias

E você: pensa em modo Twitter ou em modo Facebook?

For me, Twitter is the most important service on the Web; I use it religiously and obsessively. But in comparison to Facebook’s huge number of active users, I’m part of the minority.

But if Twitter hopes to grow at the pace of Facebook, it will have to figure out how to stop thinking in @ symbols, and start thinking like my sister.

via Why Facebook Works for All, Twitter for Some – NYTimes.com.

10/09/2011

Que tal buscar o quarto de hotel perfeito para você?


A edição eletrônica do jornal americano New York Times tem uma das melhores sessões de viagem que conheço. Sempre que vou a algum lugar busco as dicas deles. Adoro especialmente a coluna “36 horas em…” – já publiquei algumas dicas deles aqui.

Na edição desta semana, tem uma reportagem interessante sobre ferramentas de busca de hotéis – e de quartos.

Fala da nova ferramenta do Google – ainda em fase experimental e de outras que mostram até fotos dos quartos (não as fotos que os próprios hotéis fazem, onde tudo é maravilhoso) e das respectivas vistas.

A cama do Fouquet’s Barrière, em Paris, um dos hotéis mais luxuosos que conheci.

Uma boa dica!!

Now, a number of Web sites are attempting to answer these questions with tools including photo-based searches and maps that show where a town’s hot spots are.

via Personalizing Your Hotel Search – NYTimes.com.

03/08/2011

Blog @midia8: O que é o Google+ e por que preciso dele?


Esta frase do blog @midia8 diz tudo sobre o Google+:

Você não precisa escolher se usará ou não o Google+, pois ele já o escolheu.

O Google+ é, na verdade, um agregador de todos os serviços da gigante da Internet – é só uma questão de tempo para que tudo que tenha o carimbo Google seja incluído nesta que tem sido chamada a nova rede social, capaz de derrotar o enorme Facebook.

O videozinho é ótimo (só em inglês):

via Blog @midia8: O que é o Google+ e por que preciso dele?.

11/02/2011

A busca por passagens aéreas online vai ficar mais competitiva!


“The planes are the same, the seats are the same, I just want the best fare.”

The Consumer

“Os aviões são iguais, os assentos são iguais. Eu só quero a melhor tarifa.” O Consumidor

Acabou de sair no The New York Times a notícia de que a Google quer entrar no mercado de busca de passagens aéreas online  e a reação das empresas aéreas pode baratear o custo das passagens, com a adoção de sistemas diretos, sem passar por agentes como o Expedia ou Orbitz, que cobram para listar as passagens nos melhores lugares. A American Airlines foi a primeira a anunciar que passaria vender somente diretamente aos seus clientes, e se a experiência funcionar, certamente outras a seguirão.

Vivatech: Keyboard

A idéia pode dar mais controle de todo o processo na venda da passagem às empresas aéreas, que poderão escolher em quais sites eles anunciariam suas melhores tarifas. “A indústria aérea está passando por uma mudança fundamental ao repensar as experiências de seus clientes” diz Douglas Quinby, um consultor deste mercado no texto do NYT.

Por outro lado, o advogado de defesa do consumidor Charlie Leocha diz que o consumidor poderá ter, na verdade, muito mais dificuldade de encontrar as melhores tarifas. “Já estamos em uma situação de incrível complexidade nas compras de bilhetes aéreos.” diz Charlie referindo-se à nova forma de vender bilhetes, com inúmeros penduricalhos e acessórios: bagagem (não só a extra, mas a primeira também), escolha de assento, ordem de entrada no avião, lanche e amenities, e assim por diante. Até o aeroporto – o central e mais caro ou aquele que chega ser em outra cidade e você tem que viajar mais um pouco até seu destino real – hoje já faz muita diferença nos preços finais.

A idéia das aéreas é poder fazer promoções personalizadas, dos tais penduricalhos dados como descontos, assim como a Amazon recomenda um livrou ou CD a partir de dados obtidos de clientes com perfis de compra semelhantes ao seu.

London: CCTV is watching you

CCTV is watching you

A Google, com a compra de uma empresa americana que desenvolve sistemas de busca de passagem, quer desenvolver a sua visão do processo de compra de passagens, com todo o conhecimento arquivado da Internet que eles têm guardado em seus servidores. Sua busca passaria ser do tipo: “Quero ir pra um lugar quente em março por menos de $300″ e o Google iria apresentar os resultados. Os concorrentes – Kayak, Expedia e Microsoft – se juntaram contra a entrada da ‘Googante’ da Internet no terreno deles, argumentando que as buscas seriam favoreceriam aos interesses financeiros do Google.

É esperar pra ver. Garantia de emoção e preços baixos (espero) nos próximos episódios.

15/11/2009

Google Chrome OS: sinais de um sistema operacional para desktop?


Do original:
http://www.neowin.net/news/main/09/11/14/google-chrome-os-launch-to-launch-within-a-week

Anteriormente previsto para ser lançado no outono, surgiram rumores que o Sistema Operacional Google Chrome OS pode aparecer dentro da próxima semana. Ainda que o Google não se pronuncie a respeito, já ocorreram casos de projetos beta serem lançados antes do previsto.

É esperado que o SO não rode em notebooks e desktops padrão, mas somente em alguns notebooks específicos. O Google já divulgou anteriormente conversas com fabricantes como Acer, Adobe, HP, Lenovo, entre outros, sobre o projeto do Chrome OS.

É esperar para ver, mas se os rumores forem reais, será um lançamento importante para o mercado e será interessante acompanhar como a comunidade de teconologia reagirá ao Chrome OS.

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15/06/2009

People Friendly Technologies – Google Wave


Artigo com trechos originals e trechos de “tradução livre” do texto de steveweierman, artigo original em: http://iteran.wordpress.com/2009/06/15/google-wave/
Gostei muito deste texto, que afirma que o Google Wave vai revolucionar o modo em que todos irão pensar a respeito de computadores e da Internet devido à maneira intuitiva com que avança em conceitos de usabilidade e interação homem-computador.

“A internet tem sido uma ferramenta de valor inestimável de comunicação e colaboração. Antes da sua disseminação a colaboração à distância era terrivelmente impraticável.” Alguém consegue imaginar o processo de se enviar um livro, digitado à máquina, para um revisor a 200 km de distância, via correio, para aguarda suas avaliações, o reenvio para poder dar continuidade? E, se por acaso, um escritor quisesse pedir uma opinião para um grande amigo que morava no exterior?. “E-mail, mensagens instantâneas, teleconferências, wikis e documentos compartilhados tornaram possível a colaboração com qualquer pessoa no mundo. E ainda assim o uso de muitas destas ferramentas é contra-intuitivo.”
“E o Google conseguiu novamente! Não só agregaram features (playback, colaboração/digitação real time, códigos de fonte abertos, embedding etc.), como o fazem de maneira intuitiva, para que qualquer um possa usar e entender seus produtos.”

05/06/2009

Google Wave: Uma revolução está começando


Apresentado pela primeira vez em 28 de maio, um evento para desenvolvedores em São Francisco, Califórnia, a nova plataforma colaborativa da Google, o Wave, já está causando uma excelente repercussão nos meios técnicos. Vou apresentar aqui textos, links e comentários capturados na Internet para tentar organizar o assunto.

Vale a pena ressaltar que estou assistindo a esta (so called) revolução do lado de fora, pois não tenho nenhuma conta de acesso ao Wave (ainda!).

Para começar: O que é o Wave?

A página oficial da Google – wave.google.com – traz pouco mais do que informações específicas para desenvolvedores, além, é claro, do vídeo essencial sobre a plataforma (Google Wave Developer Preview at Google I/O 2009 – http://bit.ly/Ba6xR)

O Plantão de Notícias do ‘O Globo’, de 29/05 (http://bit.ly/15uBcs) explica que a ‘wave’ (onda) “inclui lado a lado partes de conversas e documentos”, sendo que a idéia por trás do conceito de Onda é unificar tudo isso (conversas, e-mail, Instant Messaging, Mapas, textos, fotos, vídeos e tudo mais que seja web based) em um “’continuun’ suave, da forma mais simples possível”. E realmente parece bem simples! Criar novas ondas a partir do nada ou ‘descolando’ de outra existente; “jogar” fotos e vídeos na onda, usando drag & drop; inserir sua onda num blog, na área de comentários e por aí a fora. Tudo isso dentro de seu browser!

Um ponto interessante do Developer Preview vídeo foi a atribuição dos desenvolvedores como os ‘primeiros cidadãos’ da Wave, em uma linha de pioneirismo mesmo. Aliás, o próprio Google só trouxe a público depois que sua equipe – liderada pelos irmãos Lars e Jens Rasmussen, engenheiros de software que criaram o Wave – já tinha ‘povoado’ o universo wave com diversas ondas. E acho que será da mesma maneira no lançamento, com grupos seletos sendo admitidos para que povoem o ambiente antes do lançamento maciço (lembram do começo do GMail, que você tinha que ser convidado?).

Faltou dizer que é uma aplicação de código aberto, ou seja, muitas coisas novas virão por aí, saindo da cabeça de milhares de desenvolvedores já com acesso ao ambiente.

Email me, Text me, Tweet and now Wave-me

Ao acompanhar os desdobramentos através do Twitter (estou usando #wave e #googlewave), cheguei no conceito de ‘Wave-me’. Como é que você pede para alguém te adicionar em uma onda? No começo usávamos “Email-me”. Depois “Text-me”. Com a visão de broadcast do Twitter, perdeu-se o ‘me’ – era só Tweet. E agora já vi o pessoal que recebeu as contas do ambiente sandbox pedindo via Twitter para serem adicionados e cunhei primeiro a expressão ‘Wave-me’ (a volta do ‘me’) e, mais recentemente, #wave name@wavesandbox.com .

Digitação 5% mais rápida = 5% mais produtividade

Um dos objetivos do Wave é agilizar a conversa e criação. Para tanto, as trocas de mensagens passam a ser em tempo real, com todos vendo cada letra que é digitada, sem a necessidade de um ‘Enter’ ou ‘Send’ (o que trouxe certo sentimento de nostalgia para alguns usuários do IRQ e de outras ferramentas mais antigas).

Além disso, eles desenvolveram um corretor ortográfico on the fly, baseados nos servidores Google e com correção contextual (Icland is na icland vira, automaticamente Iceland is an island), que leva em conta o contexto da palavra para corrigir e sugerir correções. Batizado de Spelly, é apresentado no vídeo Natural Language Processing (http://bit.ly/2cfFoV) como sendo uma terceira pessoa participando da conversa e corrigindo os textos digitados. Fiquei intrigado com este conceito de ‘Terceira pessoa assistindo a conversa’, mas… Segundo o Google, digita-se em 5% menos tempo, gerando 5% de tempo adicional para produzir.

Isso é uma maré

Escrevendo para o Mashable.com, Ben Parr (http://bit.ly/YBDIS) diz em seu artigo “Testing Google Wave: This Thing is Tidal”, de 29/05 que a primeira impressão foi muito positiva, apesar de seu estágio inicial de desenvolvimento. Segundo Ben, a usabilidade é mais robusta do que o esperado, pois já é possível customizar a aparência e a interface das ondas – isso sem considerar novos temas e ferramentas ‘drag and drop’  que serão desenvolvidos. E ressalta que funciona bem melhor no Google Chrome, como se era de esperar. Continua dizendo que o foco é realmente em pessoas/contatos, comparando com e-mails que focam mais no conteúdo da mensagem, enquanto ferramenta como Facebook e Twitter tem um balanço melhor do reconhecimento da pessoa por trás da mensagem; o Wave está caminhando nesta direção. Encerra reiterando que não é tão complicado como pode parecer à primeira vista. Só um pouco mais complicado que seu programa atual de e-mails.

Primeiras impressões

Thomas Claburn em um artigo para a InformationWeek (http://bit.ly/znq2n) de hoje começa destacando seu potencial por ser de código aberto e colaborativo, o que pode ajudar a se expandir além de um simples aplicativo/plataforma.

“Só queria parabenizar pelo excelente trabalho do time que criou o Wave”, disse Drew Burlingame, um ex-engenheiro de software da Microsoft no fórum de desenvolvedores. “É uma grande base sobre a qual se pode construir soluções para uma vasta gama de problemas. Já tinha uma série de aplicações em mente apenas esperando por uma estrutura como essa.”

Muito do potencial do Wave está nas mãos dos desenvolvedores e o Co-lider do time de desenvolvimento Lars Rasmussen diz estar tranqüilo quanto a isso, comentando que utilizações inovadoras do Google Maps como algo que ele não poderia ter feito sozinho.

O texto comenta ainda que o Wave, pelo menos por enquanto, não matará o e-mail até porque a identificação de usuários ainda depende de um endereço eletrônico. Todos estão usando, por enquanto, contas do tipo name@wavesandbox.com.

Thomas ressalta que quando mais pessoas estiverem usando o Wave ele ficará muito feliz de comunicar-se pela ferramenta, pois a experiência é muito mais rica e gerenciável do que o velho e-mail. Por serem dinâmicas, e não estáticas, as ondas serão úteis não só para conversas informais, mas também para comunicações estruturas como apresentações e e-learning.

E termina dizendo que o Wave está tomando velocidade e quando estiver pronto colaboração e comunicação online serão transformadas.

Para saber mais:

Página Oficial: wave.google.com

Tudo sobre o I/O Developer Conference: http://code.google.com/events/io/

Vídeos

Google Wave Developer Preview at Google I/O 2009:  http://bit.ly/Ba6xR

Natural Language Processing: http://bit.ly/2cfFoV

Artigos

Debating the power of Google’s Wave: http://bit.ly/2iJ5S

Google Wave: First Impressions: http://bit.ly/znq2n

Testing Google Wave: This Thing is Tidal: http://bit.ly/YBDIS

Goolge Wave vs. SharePoint: http://bit.ly/H8Mzr

Google Wave: A Complete Guide: http://bit.ly/4FrbiR

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