Archive for fevereiro, 2012

29/02/2012

Rocinha.GIF


Rocinha.GIF

Rocinha.GIF

via Descendo a toda « Multigraphias.

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28/02/2012

Não quero esquecer


Não quero esquecer

Não quero esquecer, after Shirin Neshat

After Shirin Neshat’s Guardians of Revolution (1994)

via O que devemos lembrar ? O que devemos esquecer? « Multigraphias.

Não quero esquecer (II), after Shirin Neshat

Não quero esquecer (II), after Shirin Neshat

24/02/2012

Tempo: 6, 15s


Tempo: 6, 15s

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23/02/2012

Me or Myself


Me or Myself

Me or Myself | Atibaia | Jaime Scatena

via Two Sides of Oneself ( don’t we all ?) «.

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22/02/2012

Un_Dress (God Save Us All)


Un_Dress (God Save Us All)Un_Dress (God Save Us All) | Atibaia | Jaime Scatena

via UN_DRESS « Multigraphias.

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22/02/2012

Gira, Gira, Gira, Gira…


Gira Mundo, Gira Cana

Gira Mundo, Gira Cana | Teresópolis | Jaime Scatena

via Gira, Gira, Gira, Gira… « Multigraphias.

18/02/2012

Back in town and badder than ever!


Back in town and badder than ever!

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17/02/2012

Janela d’Alma


Janela d'Alma, 2012

15/02/2012

São Paulo: Anhangabaú II


São Paulo: Anhangabaú II

14/02/2012

Foci.GIF


Foci

focus (plural foci)

(countable, optics) a point at which reflected or refracted rays of light converge.

(uncountable, photography, cinematography) The fact of the convergence of light on the photographic medium.

(uncountable) concentration of attention.

(linguistics) The most important word or phrase in a sentence or passage, or the one that imparts information

via Foci.GIF « Multigraphias.

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14/02/2012

A journey on the Tube


Eu amo o metrô de Londres, ou ‘the Tube’, como eles chamam a rede por lá. O nome oficial é Underground, ainda que a maior parte da rede seja, na verdade, a céu aberto, overground. Enfim…

Adoro o Tube, tirei milhares de fotos por lá e este vídeo me trouxe boas lembranças de Londres, cidade que amo!

No meu site de fotografia tem algumas imagens.

Garreth Carter has made another documentary about the Tube, and like a good Londoner has concentrated on how gosh-darn pretty it is when you speed it up to some funky music.

via London Underground Looks Pretty When Speeded Up | Londonist.

13/02/2012

Como os robôs veem o mundo


As robots begin to inhabit the world alongside us, how do they see and gather meaning from our streets, cities, media and from us? The robot-readable world is one of the themes that the studio has been preoccupied by recently

Timo Arnall

Já escrevi sobre o pessoal do Berg|London mais de uma vez aqui no Blog pois seguir o blog deles é ter surpresas constantes com o avanço da tecnologia, mas com uma abordagem extra na usabilidade e interação humana.

Este artigo do Timo, CEO deste laboratório de design de Londres, contém um vídeo que é pura beleza e poesia, que mostra a maneira ainda pré-histórica com a qual os robôs leem nosso mundo. A tipologia das imagens já nos é natural e, para alguns, a maneira de rastreamento visual que os leitores automáticos aplicam pode até parecer lógica.

 

 

O que me desconcertou um pouco é a constatação de que podemos estar realmente caminhando para um mundo futurista de convivência intensa com seres mecânicos, construídos por nós para fins diversos. #RiseOfTheMachine feelings.

De qualquer maneira, o vídeo acima é poético na mistura das imagens tecnológicas com uma trilha sonora instrumental. Como disse, pura arte!

For a long time I have been struck by just how beautiful the visual expressions of machine vision can be. In many research papers and  experiments (…) there are moments with extraordinary visual qualities, probably quite separate from and unintended by the original research. Something about the crackly, jittery but yet often organic, insect-like or human quality of a robot’s interpetation of the world. It often looks unstable and unsure, and occasionally mechanically certain and accurate.

via Robot Readable World. The film. – Blog – BERG.

13/02/2012

As ondas vão e vem…


As ondas são como o tempo...

As ondas vão e são como o tempo…

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06/02/2012

Guerra de Torcidas


Guerra de Torcida I, II, III | Padre Miguel | Jaime Scatena

via Guerra Do Saquinho ☛ the war of carry bag ✖ « Multigraphias.

01/02/2012

Petrichor


Estou sentando na minha mesa, com a janela ao lado aberta.

Chove, mas o sol ainda pode ser visto ao longe.

Adoro o cheiro da chuva, ou o “Petrichor: the scent of rain on dry earth”, como um amigo meu me ensinou. O sol entra pela janela, junto com com o cheiro da chuva.

Ouço as gotas batendo nas árvores… nas do meu jardim e naquelas do bosque vizinho.

Petrichor

O sol que entra pela janela e toca minha pele com sutileza.

Sentir o sol na pele, junto com o som e o cheiro da chuva é algo que não tem preço.

Tente procurar o arco-íris, afinal de contas chuva e sol não é só casamento de espanhol (ou de viúva, quando acontece em ordem inversa), é também o requisito básico para a formação do arcobaleno, como se diz em italiano, mas não o achei ainda… Talvez seja uma busca sem fim, tentar achar o fim do arco-íris, como se fosse a busca do significado da vida ou a busca da felicidade plena.

Ouço trovões, também ao longe. Adoro este som.

A chuva  já está dando trégua… veio somente para trazer o Petrichor…

No final, não é que o arcobaleno deu as caras…

Arcobaleno

Quem dera achar a felicidade plena fosse tão fácil quanto caçar arcos-íris.

O pôr-do-sol ainda está por vir.

Petrichor: the scent of rain on dry earth

Atibaia (or, Gilded Cage), 1/2/12

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