Deu no NYT – 36 horas em Buenos Aires

O jornal americano The New York Times, um dos mais conhecidos  e influentes da América tem uma coluna semanal em seu caderno de viagens intitulado “36 horas em ______”, que dá dicas para um final de semana curto em alguma cidade do mundo.

A última, publicada no dia 31 de janeiro, fala de Buenos Aires e vou repassar aqui algumas dicas desta coluna.

Buenos Aires - Mosaico

Buenos Aires - Mosaico

A abertura do texto está em uma tradução livre e para as dicas propriamente ditas, usarei textos meus a partir do original da coluna. Ah! E, exceto quando indicado, as fotos são minhas.

Obelisco da Av. Nove de Julho

Obelisco da Av. Nove de Julho

“A história contemporânea argentina é um montanha russa de sucessos e fracassos econômicos, um cenário para novelas políticas. Mas atravessando estes altos e baixos uma coisa se manteve constante: a graciosa elegância e o charme cosmpolita de Buenos Aires. Esta charmosa cidade continua a atrair amantes da gastronomia, loucos por design e festeiros, com sua agitada vida noturna, estilo super “pra frente” e a favorável taxa de câmbio. E mesmo com a incerteza da econômica, a energia criativa e o espírito empreendedor dos porteños (como são conhecidos os habitantes locais) permanece, é só ver a crescente lista de espaços para artes, butiques, restaurantes e hotéis.”

A primeira dica é de uma galeria de arte que apresenta somente arte de rua e um impressionante mural que decora a fachada externa da Hollywood in Cambodia. Tem até um tour pelos Graffitis da cidade, com a Graffitimundo. Uma dica de loja é a Nobrand (uma corruptela da frase em inglês No Brand, ou ‘Sem Marca’), que reinventa produtos argentinos com um toque de cartoon.

El Ateneo de la Av. Santa Fe

El Ateneo de la Av. Santa Fe

Outra dica se aproveita da música ao vivo na vida noturna de Buenos Aires e indica um jazz club, o Thelonious Club.

Para um tradicional jantar à meia noite – hábito típico porteño – a recomendação do NYT é o intimista Tegui, uma adição interessante ao cardápio de restaurantes “escondidos” da cidade.

Já para o almoço do dia seguinte, a dica é a churrascaria (parilla) Miranda, que junta uma decoração legal e equipe “hipe”, mantendo a parrilla bem tradicional, sem frescuras.

Mais uma dica de arte é visitar o museu do artista surrealista argentino Xul Solar, com 86 de suas obras, que incluem desde cartas de tarô a um piano com teclas colorido

Banda de rua no Mercado de San Telmo

Feria de San Telmo, Buenos Aires/2008

Pra fechar a lista, a coluna indica ainda a casa noturna Tequila, as lojas Zavaleta Lab e Niño Bien e até uma operadora de turismo que oferece passeios a jogos de futebol, com guias bilingues e tudo (Go Football).

Para mais informações, aqui tem o slide show do NYT e também um mapa com as dicas da coluna.

Da minha parte, recomendo sempre um passeio pelo belo Puerto Madero, a Livraria El Ateneo e o mercado de San Telmo (este só aos sábados), meus locais preferidos de Buenos Aires.

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