Posts tagged ‘NYT’

29/04/2012

Deu no NYTimes: 36 Hours no leste de Londres


Pronto, demorou mas até o New York Times agora descobriu o quanto “cool” é a parte leste de Londres, ou East London.

Na coluna de viagens deles desta semana – 36 horas em … – estão dando as dicas de galerias, clubes e restaurantes desta área da cidade que foi sempre preterida em relação aos bairros mais chiques do West End.

Eu saí algumas noites bem legais em Dalston, onde tem clubes muito bons, com um público bastante desencanado, divertido e interessante. Uma das dicas é o Dalston Superstore.

Fui no Columbia Rd Flower Market, um dos mercados mais interessantes da cidade. Também fiz comprinhas nos brechós perto de Brick Lane e fui em aberturas de exposições em galerias de Hackney. Até mesmo a minha primeira tatuagem eu fiz em um estúdio por lá…

É legal pensar que esta área, que foi muito atacada durante a Segunda Guerra e que foi sempre uma das mais pobres da cidade está se mostrando um destino tão rico em atrações.

Sunflower

Girassóis no Columbia Road Street Market

#FicaADica!

East London is by far the city’s trendiest area (just ask Ralph Fiennes and Keira Knightley, who both live here), crowded with shoppers during the day and clubbers at night. Wear comfortable walking (and dancing) shoes to discover its neighborhoods east of the Tower of London, namely, Shoreditch, Bethnal Green, Hackney Wick and Dalston.

via 36 Hours in East London – NYTimes.com.

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11/02/2011

A busca por passagens aéreas online vai ficar mais competitiva!


“The planes are the same, the seats are the same, I just want the best fare.”

The Consumer

“Os aviões são iguais, os assentos são iguais. Eu só quero a melhor tarifa.” O Consumidor

Acabou de sair no The New York Times a notícia de que a Google quer entrar no mercado de busca de passagens aéreas online  e a reação das empresas aéreas pode baratear o custo das passagens, com a adoção de sistemas diretos, sem passar por agentes como o Expedia ou Orbitz, que cobram para listar as passagens nos melhores lugares. A American Airlines foi a primeira a anunciar que passaria vender somente diretamente aos seus clientes, e se a experiência funcionar, certamente outras a seguirão.

Vivatech: Keyboard

A idéia pode dar mais controle de todo o processo na venda da passagem às empresas aéreas, que poderão escolher em quais sites eles anunciariam suas melhores tarifas. “A indústria aérea está passando por uma mudança fundamental ao repensar as experiências de seus clientes” diz Douglas Quinby, um consultor deste mercado no texto do NYT.

Por outro lado, o advogado de defesa do consumidor Charlie Leocha diz que o consumidor poderá ter, na verdade, muito mais dificuldade de encontrar as melhores tarifas. “Já estamos em uma situação de incrível complexidade nas compras de bilhetes aéreos.” diz Charlie referindo-se à nova forma de vender bilhetes, com inúmeros penduricalhos e acessórios: bagagem (não só a extra, mas a primeira também), escolha de assento, ordem de entrada no avião, lanche e amenities, e assim por diante. Até o aeroporto – o central e mais caro ou aquele que chega ser em outra cidade e você tem que viajar mais um pouco até seu destino real – hoje já faz muita diferença nos preços finais.

A idéia das aéreas é poder fazer promoções personalizadas, dos tais penduricalhos dados como descontos, assim como a Amazon recomenda um livrou ou CD a partir de dados obtidos de clientes com perfis de compra semelhantes ao seu.

London: CCTV is watching you

CCTV is watching you

A Google, com a compra de uma empresa americana que desenvolve sistemas de busca de passagem, quer desenvolver a sua visão do processo de compra de passagens, com todo o conhecimento arquivado da Internet que eles têm guardado em seus servidores. Sua busca passaria ser do tipo: “Quero ir pra um lugar quente em março por menos de $300” e o Google iria apresentar os resultados. Os concorrentes – Kayak, Expedia e Microsoft – se juntaram contra a entrada da ‘Googante’ da Internet no terreno deles, argumentando que as buscas seriam favoreceriam aos interesses financeiros do Google.

É esperar pra ver. Garantia de emoção e preços baixos (espero) nos próximos episódios.

01/02/2010

Deu no NYT – 36 horas em Buenos Aires


O jornal americano The New York Times, um dos mais conhecidos  e influentes da América tem uma coluna semanal em seu caderno de viagens intitulado “36 horas em ______”, que dá dicas para um final de semana curto em alguma cidade do mundo.

A última, publicada no dia 31 de janeiro, fala de Buenos Aires e vou repassar aqui algumas dicas desta coluna.

Buenos Aires - Mosaico

Buenos Aires - Mosaico

A abertura do texto está em uma tradução livre e para as dicas propriamente ditas, usarei textos meus a partir do original da coluna. Ah! E, exceto quando indicado, as fotos são minhas.

Obelisco da Av. Nove de Julho

Obelisco da Av. Nove de Julho

“A história contemporânea argentina é um montanha russa de sucessos e fracassos econômicos, um cenário para novelas políticas. Mas atravessando estes altos e baixos uma coisa se manteve constante: a graciosa elegância e o charme cosmpolita de Buenos Aires. Esta charmosa cidade continua a atrair amantes da gastronomia, loucos por design e festeiros, com sua agitada vida noturna, estilo super “pra frente” e a favorável taxa de câmbio. E mesmo com a incerteza da econômica, a energia criativa e o espírito empreendedor dos porteños (como são conhecidos os habitantes locais) permanece, é só ver a crescente lista de espaços para artes, butiques, restaurantes e hotéis.”

A primeira dica é de uma galeria de arte que apresenta somente arte de rua e um impressionante mural que decora a fachada externa da Hollywood in Cambodia. Tem até um tour pelos Graffitis da cidade, com a Graffitimundo. Uma dica de loja é a Nobrand (uma corruptela da frase em inglês No Brand, ou ‘Sem Marca’), que reinventa produtos argentinos com um toque de cartoon.

El Ateneo de la Av. Santa Fe

El Ateneo de la Av. Santa Fe

Outra dica se aproveita da música ao vivo na vida noturna de Buenos Aires e indica um jazz club, o Thelonious Club.

Para um tradicional jantar à meia noite – hábito típico porteño – a recomendação do NYT é o intimista Tegui, uma adição interessante ao cardápio de restaurantes “escondidos” da cidade.

Já para o almoço do dia seguinte, a dica é a churrascaria (parilla) Miranda, que junta uma decoração legal e equipe “hipe”, mantendo a parrilla bem tradicional, sem frescuras.

Mais uma dica de arte é visitar o museu do artista surrealista argentino Xul Solar, com 86 de suas obras, que incluem desde cartas de tarô a um piano com teclas colorido

Banda de rua no Mercado de San Telmo

Feria de San Telmo, Buenos Aires/2008

Pra fechar a lista, a coluna indica ainda a casa noturna Tequila, as lojas Zavaleta Lab e Niño Bien e até uma operadora de turismo que oferece passeios a jogos de futebol, com guias bilingues e tudo (Go Football).

Para mais informações, aqui tem o slide show do NYT e também um mapa com as dicas da coluna.

Da minha parte, recomendo sempre um passeio pelo belo Puerto Madero, a Livraria El Ateneo e o mercado de San Telmo (este só aos sábados), meus locais preferidos de Buenos Aires.

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