Ok, I have to admit I became a GIF man… No! I’m not into any kind of physical transformation, but I’m in love with GIF’s and the possibilities of image creation derived from this rather simple file format, created back on the pre-history of the Internet.
Rocinha.GIF
For me it was, at the beginning, a way to put TIME into photography. Continue lendo →
Essa é uma pequena seleção das 140 fotos que fiz nesta tarde de sábado, quando o pessoal (ok, majoritariamente primos das mamães, Juliana e Adriana) se reuniu lá no sítio do ‘Seu’ Marcos pra comemorar o primeiro aninho dos priminhos Gabriel e Manuela.
Que beleza foi ver a reunião de amigos celebrando a vida longa dos pequenos.
Eu amo o metrô de Londres, ou ‘the Tube’, como eles chamam a rede por lá. O nome oficial é Underground, ainda que a maior parte da rede seja, na verdade, a céu aberto, overground. Enfim…
Adoro o Tube, tirei milhares de fotos por lá e este vídeo me trouxe boas lembranças de Londres, cidade que amo!
Garreth Carter has made another documentary about the Tube, and like a good Londoner has concentrated on how gosh-darn pretty it is when you speed it up to some funky music.
As robots begin to inhabit the world alongside us, how do they see and gather meaning from our streets, cities, media and from us? The robot-readable world is one of the themes that the studio has been preoccupied by recently
Timo Arnall
Já escrevi sobre o pessoal do Berg|London mais de uma vez aqui no Blog pois seguir o blog deles é ter surpresas constantes com o avanço da tecnologia, mas com uma abordagem extra na usabilidade e interação humana.
Este artigo do Timo, CEO deste laboratório de design de Londres, contém um vídeo que é pura beleza e poesia, que mostra a maneira ainda pré-histórica com a qual os robôs leem nosso mundo. A tipologia das imagens já nos é natural e, para alguns, a maneira de rastreamento visual que os leitores automáticos aplicam pode até parecer lógica.
O que me desconcertou um pouco é a constatação de que podemos estar realmente caminhando para um mundo futurista de convivência intensa com seres mecânicos, construídos por nós para fins diversos. #RiseOfTheMachine feelings.
De qualquer maneira, o vídeo acima é poético na mistura das imagens tecnológicas com uma trilha sonora instrumental. Como disse, pura arte!
For a long time I have been struck by just how beautiful the visual expressions of machine vision can be. In many research papers and experiments (…) there are moments with extraordinary visual qualities, probably quite separate from and unintended by the original research. Something about the crackly, jittery but yet often organic, insect-like or human quality of a robot’s interpetation of the world. It often looks unstable and unsure, and occasionally mechanically certain and accurate.
Estou sentando na minha mesa, com a janela ao lado aberta.
Chove, mas o sol ainda pode ser visto ao longe.
Adoro o cheiro da chuva, ou o “Petrichor: the scent of rain on dry earth”, como um amigo meu me ensinou. O sol entra pela janela, junto com com o cheiro da chuva.
Ouço as gotas batendo nas árvores… nas do meu jardim e naquelas do bosque vizinho.
O sol que entra pela janela e toca minha pele com sutileza.
Sentir o sol na pele, junto com o som e o cheiro da chuva é algo que não tem preço.
Tente procurar o arco-íris, afinal de contas chuva e sol não é só casamento de espanhol (ou de viúva, quando acontece em ordem inversa), é também o requisito básico para a formação do arcobaleno, como se diz em italiano, mas não o achei ainda… Talvez seja uma busca sem fim, tentar achar o fim do arco-íris, como se fosse a busca do significado da vida ou a busca da felicidade plena.
Ouço trovões, também ao longe. Adoro este som.
A chuva já está dando trégua… veio somente para trazer o Petrichor…
No final, não é que o arcobaleno deu as caras…
Quem dera achar a felicidade plena fosse tão fácil quanto caçar arcos-íris.
A 3ª Mostra São Paulo de Fotografia está ocupando a Vila Madalena em mais de 30 locais diferentes e este mapinha aqui ajuda bastante a sair circulando pelas ruas do bairro, procurando a sinalização que indica “Aqui tem Mostra”.
Clique no mapa para acessar o site oficial da Mostra
Pessoal, aqui no blog da Mostra SP de Fotografia o Fernando Costa, organizador deste fantástico evento, narra como foi o dia da abertura. Mostra até uma imagem da minha exposição lá no Che Barbaro, que ficou, desculpe o clichê, bárbara!
Tenho que agradecer publicamente ao Fernando pela incrível oportunidade de expor meu trabalho “ao lado” de feras como o Walter Firmo e o Otto Stupakoff só pra citar dois dos papas da fotografia que fazem parte desta Mostra. Até porque, se eu for citar todos os participantes, a lista vai ficar enorme.
Mas vou fazer algo diferente… estou preparando um trabalhinho surpresa sobre a mostra… aguardem!
Reta final! Na quarta, 25/01, será aberta a 3ª Mostra São Paulo de Fotografia, lá na Vila Madalena.
Vejam aqui um teaser com algumas das mais de 1700 fotos da mostra:
A Mostra se firma como um dos maiores eventos de fotografia da capital paulista. O tamanho que ela está galgando não reflete num mega-hiper-compexo negócio. Pelo contrário. A Mostra tem um clima muito leve e um espírito muito da paz e da confraternização em torno da fotografia. No fundo, é a “cara” do cara que pilota tudo: Fernando Costa Netto.
O projeto Cidades In(di)visíveis, do Multigraphias, está se tornando permanente.
Nós do projeto achamos que coletar céus – as Paisagens Indivisíveis das Cidades – é algo extremamente poético, um exercício artístico para quem grava e um acervo sutil e muito simbólico para nossos projetos.
O primeiro filme do projeto será editado neste ano, mas entendemos que há muito potencial ainda a ser explorado.
Cidade In(di)visível 4: Av. Paulista
Eu passei quase 2 meses pensando em céus, buscando imagens e sons interessantes. Fiz 10 vídeos para o projeto (vejam aqui, no meu canal do Youtube).
É só dar uma olhada nos números para perceber que a Mostra São Paulo de Fotografia (MSPF) está se tornando um evento importante no já agitado calendário cultural Paulistano. É fato que não há nenhuma mostra formal e recorrente de fotografia na cidade… ou não havia, já que esta é a terceira edição da MSPF, que busca registrar fotograficamente a evolução contemporânea da cidade.
Durante a mostra irão acontecer um concurso fotográfico via Instagram, com uma viagem pra Nova York como prêmio, visitas guiadas e conversas com os fotógrafos e curadores. O evento também será usado para arrecadar assinaturas para o movimento que busca o tombamento do bairro da Vila Madalena para protegê-lo da invasão dos prédios que vem dizimando as características casas da região.
Serviço
Data: 25/01 (aniversário de Sampa) a 19/02/12
Local: 38 diferentes pontos (restaurantes, bares, galerias etc.) do boêmio bairro paulistano da Vila Madalena.
3ª Mostra SP de Fotografia/2012
Eu fiz estas fotos durante o Grande Prêmio São Paulo de 2011, no evento “Expedição Rio Pinheiros“. A série completa de fotos pode ser vista no meu Flickr.
Se quiser ver, em primeira mão, uma exposição virtual de fotos do Jockey, clique aqui. Este Prezi demora um pouco para carregar, mas depois dá pra ver em tela cheia, como slide show ou navegando com o teclado/mouse.