Árvore contínua | Atibaia | Jaime Scatena
via Pés de Sol | Pega na Banca! | Muros como pele: literário ou visual? « MULTIGRAPHIAS.
Arte | Fotografia | Viagens | Pensamentos | Curiosidades | JKScatena©
Árvore contínua | Atibaia | Jaime Scatena
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Pin Up campestre, ao som da música | Atibaia (Áustria) | Jaime Scatena
Campestre em Londres | Atibaia (Londres) | Jaime Scatena
O que pensei e o que penso | Atibaia | Jaime Scatena
Desenho meu sobre foto de Gabriela Canale.
via Me diz o que você pensa , me diz onde você foi. « MULTIGRAPHIAS.
Esta frase do blog @midia8 diz tudo sobre o Google+:
Você não precisa escolher se usará ou não o Google+, pois ele já o escolheu.
O Google+ é, na verdade, um agregador de todos os serviços da gigante da Internet – é só uma questão de tempo para que tudo que tenha o carimbo Google seja incluído nesta que tem sido chamada a nova rede social, capaz de derrotar o enorme Facebook.
O videozinho é ótimo (só em inglês):
via Blog @midia8: O que é o Google+ e por que preciso dele?.
Há alguns dias, recebi um reply no @jkscatena, depois de ter twittado sobre os 30 anos do Space Shuttle, num gráfico legal que saiu no NYTimes.
Era um chatbot, um robô programado para interagir via Twitter com outros usuários. Uma das primeiras perguntas que me fez foi se eu, quando criança tinha algum tipo de fascinação por tecnologia e pelo futuro. Óbvio que sim!
As a child, did you have a fascination with technology and the future?
@beinspace, a young chatbot trying to make it in the world.
Hoje dei de cara (stumbled upon it) uma série de ilustrações, feitas em 1910, com uma interessante visão do futuro (deles), o já nosso passado ano 2000.
Olhem só:
In 1910, French artist Villemard produced a series of illustrations depicting what life might be like in the year 2000. Yeah, he pretty much nailed it.
I Heart Chaos & The year 2000 as envisioned in the year 1910 – StumbleUpon.
This is my submission for this week’s picture contest at CoolPhotoblogs.com. Current theme is SAD:
São Paulo: I just don’t know what to Say Say
via São Paulo: I just don’t know what to Say Say | ©JKS Photography.
Apagando aos poucos um pouco de tudo | Atibaia | Jaime Scatena
via “O que o Lápis escreveu a borracha apagou” « MULTIGRAPHIAS.
Ver esta obra pela primeira vez me fez repensar qual é o papel da fotografia e o que se passa no tal “Ato Fotográfico”. Ela abre o livro homonimo de Philipe Dubois e, para mim, se tornou uma “porrada visual” muito marcante. Ainda estou mastigando a obra, com idéias interessantes de como usá-la, referenciá-la.
Ao registrar uma sequencia de fotos, apresentando as 5 em um só registro, Snow consegue nos fazer repensar o que é que a fotografia registra – será que é mesmo só aquele ‘milissegundo’ (1/1000 s), ou é possível registrar o tempo, o andar do tempo, em uma foto?
O texto abaixo é do blog SOS Fotografia, da Beth Barone.
O resultado final – com as cinco polaroides – é um trabalho que restitui a história da obra ao mesmo tempo em que a fazem. São ao mesmo tempo o próprio ato e sua memória.
O trabalho está exposto na Galeria Nacional em Ottawa. Por ficar bem na altura do rosto das pessoas o observador vê o espelho mas pouco de seu reflexo aparece já que ele está ocupado pelo auto-retrato de Snow, um rosto que esteve ali, no passado. No momento presente o expectador do trabalho se vê apenas e parcialmente pelas bordas. O trabalho é bem mais que uma simples foto: é o acionamento da própria fotografia.
via SOS Fotografia: Michael Snow e a famosa foto “Authorization”.
Esse vai pra meus (muitos) amigos sagitarianos, mas a dica de blog vai pra todos.
Pra vocês da flecha, vejam que o mês é duro, mas promete. E Setembro tem boas energias em vista também.
A astróloga, Maína Mello, é uma gracinha amiga minha que tá se mostrando uma excelente leitora dos astros. Tô gostando muito das previsões dela e a de agosto tá bombando entre meus amigos do Facebook.
Paz pra nós.
Jaime
Tenha em mente que Agosto é um mês para você pensar grande e sair um pouco da sua própria rotina, abrindo-se a novas e excitantes possibilidades. Para você, a Lua Nova em Leão diz respeito ao desenvolvimento intelectual, portanto esse é o momento de se envolver com grandes ideias que podem dar um novo significado à sua vida.
Em qualquer empreitada, as suas chances de sucesso são imensas, desde que você preste atenção ao momento certo. Volto a dizer que Mercúrio estará retrógrado boa parte do mês, entre os dias 3 e 25, o que torna esse um período desfavorável a qualquer iniciativa — as coisas podem não vingar posteriormente.
Conheci o trabalho do Duane há algumas semanas, quando participei da oficina de Residência Artística com o José Spaniol lá no Festival de Arte da Serrinha.
O uso que faz dos espelhos e das sequencias fotográficas é muito inteligente e bem resolvido, quase que nos obrigando a continuar olhando para as fotografias infinitamente… Muito bom mesmo.
Achei interessante a biografia dele que achei neste site, da Revista Fotografia:
O fotógrafo americano autodidata, faz uso inovador de foto-seqüências em suas obras, muitas vezes incorporando texto para examinar a emoção e a filosofia. Ele estudou design gráfico, mas não concluiu o curso porque se apaixonou pela fotografia. Começou como fotógrafo de moda, trabalhando para revistas como Esquire e Vogue, e em pouco tempo se tornou um artista de nível internacional.
Original em seus pensamentos, crenças e na execução de suas imagens, Michals conseguiu criar uma carreira brilhante ignorando – quer dizer, desafiando – os limites estabelecidos. Ele passou a vida re-analisando e re-inventando a própria natureza da fotografia.
Ao invés de descrever as realidades exteriores, Michals virou a câmera e visão para seu interior – enfrentando e tentando descrever as paisagens intangíveis de suas próprias emoções, medos, sonhos e desejos.
As suas obras são desconcertantes, quase surrealistas, utilizando frequentemente jogos de espelhos ou sequências de imagens.
“Eu estou interessado no que acontece quando morremos. Eu não sei como alguém pode estar vivo e não questionar isso. – Eu acho que é uma pergunta muito racional.” – Duane.
My submission to CoolPhotoblogs.com‘s weekly photo challenge.
This week’s theme is “Summer Vacation”.
Paris: Nous
Bela apropriação e diálogo da Gabriela Canale. Vale ver este post do Multigraphias, o primeiro com a entrada dos novos Residentes, recém selecionados.
Bem vindos a todos e Vamos Dialogar!
Pra se ter uma idéia, a conversa começou com:
via What should I say? | Was soll ich sagen? | O que devo dizer? « MULTIGRAPHIAS.
Eu, cá com meus olhos, mirando o mundo passar (Mirante)
via … mas cá com meus botões e o tempo passa. « MULTIGRAPHIAS.
https://ted.com/talks/view/id/66
Sir Ken Robinson, na TED 2006
Sir Ken Robinson, PhD is an internationally recognized leader in the development of education, creativity and innovation.
Vou destacar algumas das citações:
If you are not prepared to be wrong, you’ll never come up with anything original.
Se você não está preparado para errar, nunca será capaz de criar nada de original.
Falando sobre a criatividade, advinda da espontaneidade infantil.
Do you think of Sheakspeare being seven? Being sent to bed by his father “Go to bed, now. And put the pencil down, and stop speaking like that. It’s confusing everybody!”
Lembrando que todos nós já fomos crianças… até Sheakspeare.
Sobre sistemas educacionais ao redor do mundo:
Every educational system on earth has the same hierarchy of subjects. At the top are mathematics and languges, then the humanities and on the bottom are the arts.
In the next 30 years, according to UNESCO, more people worldwide will be graduating through education than since the beginning of history.
Sobre inteligência:
We need to radically rethink our view of intelligence. We know three things about intelligence: one, it’s diverse; secondly, intelligence is dynamic; and the third thing is it’s distinct
Sendo filosófico…
“If a tree falls in the forest and nobody hears, did it happen?”
“If a man speaks his mind in the forest and no woman hears him, is he still wrong?”
O filme tem legenda em 50 línguas, é cheio de boas sacadas e muito divertido
This is my submission to this week’s photo contest at http://www.coolphotoblogs.com
O colunista da folha Contardo Calligaris escreveu na Folha de São Paulo de 14/07 um texto que caiu como uma luva para meu momento de vida.
Não que seja surpresa pra ninguém, mas vale repetir: mudar o rumo da vida não é fácil. Tá isso é óbvio, mas meus amigos mais próximos ás vezes esquecem desta simples afirmação, quando me parabenizam pala mudança de rumo que fiz. Talvez seja exatamente por isso, por que acham que já a fiz.
Não… ainda não. Sim, larguei uma carreira de sucesso na Engenharia Civil pelo sonho de ser fotógrafo. Mas o processo de mudança ainda não terminou, é difícil, desafiador e com altos graus de ansiedade envolvidos!
Por outro lado, estou na busca de um desejo pessoal, com surpresas muito boas, descobertas pessoais fascinantes e uma gratificação ao produzir arte que é algo indescritível. Isso por que estou só começando. E, aviso: por mais difícil que seja, eu não vou desistir!
Leia o texto abaixo, que vale muito a pena.
E: não desista dos seus desejos. Ou melhor, não desista dos sonhos… eles são a razão de existirmos.
(Copiei o texto da Folha. Como meu pai é assinante, entendo que é como se tivesse copiado e passado pra amigos, sem quebrar qualquer direito de cópia etc. Tá aqui, aberto, com fonte, nome do autor e tudo!).
CONTARDO CALLIGARIS
Volta da Flip
Qualquer escolha significa desistir de desejos nossos aos quais preferimos outros, também nossos
NA COLUNA da semana passada, escrevi sobre a facilidade com a qual desistimos de nossos desejos e, com isso, às vezes, passamos décadas pensando em outras vidas, que poderiam ter sido as nossas se tivéssemos tido a ousadia de correr atrás do que queremos.
A coluna terminava com uma exortação à coragem de agir e com uma explicação possível: desistimos para evitar a dor de fracassar. Pensar que nem tentamos conseguir o que tanto desejávamos seria menos doloroso do que constatar que tentamos e não conseguimos. A desistência seria mais suportável do que o eventual malogro.
Numerosos leitores me escreveram, evocando (e lamentando) alguma desistência passada. O que não é surpreendente: somos quase todos assombrados pela sensação ou pela lembrança de ter desistido (na escolha de uma profissão, de um amor ou de um casal).
A razão é aparentemente simples. Faz dois séculos que nossa origem não determina nosso destino. Não seremos marceneiros só porque esse foi o ofício de nosso pai e avô. Não nos casaremos por tradição nem segundo a escolha das famílias. Escolheremos sempre por gosto ou por amor. Ou seja, temos a incrível pretensão de viver segundo nosso desejo.
E aqui a coisa se complica, porque, neste mundo sem castas fechadas e com poucas fronteiras, as possibilidades são muitas e, talvez por isso mesmo, os desejos que nos animam são variados e, frequentemente, estão em conflito entre si.
Ou seja, escolhemos entre caminhos diferentes, oferecidos pelas circunstâncias da vida, e também entre desejos que são todos nossos. Qualquer escolha implica perdas (dos caminhos que deixamos de percorrer) e desistências (de desejos nossos aos quais preferimos outros, também nossos).
Um leitor, Augusto Bezerril, pergunta se desistir de um sonho não é apenas o efeito de um conflito. Ele tem razão: em muitos casos, desistimos de um sonho para nos dedicar a outro, esperando resolver assim um conflito interno.
Outra leitora, Ana Chan, pergunta se “desistir dos desejos significa viver em frustração”. Talvez haja algo disso na nossa insatisfação: a variedade de nossos desejos torna a satisfação difícil, se não impossível.
Mas o fato de ter que escolher entre desejos alimenta outra forma de insatisfação: não tanto uma frustração quanto uma espécie de nostalgia do que não foi -um afeto moderno, como é moderna a pluralidade de nossos sonhos.
Alguns dizem que é por isso que a ficção se torna tão importante na modernidade, para que possamos imaginar (e viver um pouco) as vidas das quais desistimos, os caminhos pelos quais não enveredamos.
Agora, a escolha entre desejos diferentes não é a desistência mais custosa: há indivíduos que não desistem de tal ou tal desejo, eles desistem de desejar. Aqui o afeto dominante não é mais a nostalgia, mas uma culpa da qual a gente parece nunca se curar: a culpa de ter traído a nós mesmos, de ter desprezado nosso sonho mais querido. Essa sensação é especialmente forte quando alguém considera que silenciou seu sonho de infância.
Mais uma leitora, Janaina Nascimento, pergunta: “Você nunca desprezou seu próprio desejo?” (e acrescenta: “Acho que você não vai responder”).
Pois bem, desisti de vários desejos a cada encruzilhada, e, às vezes, com a impressão de estar traindo meu maior sonho. Por exemplo -pensava eu, voltando da Flip-, quando sou levado a falar de como me tornei romancista, acabo contando que escrever histórias era tudo o que queria desde os nove anos de idade, mas desisti aos 20, para me conformar à expectativa familiar de que eu fosse para a faculdade. Essa história é verídica e parece ser mesmo uma história de renúncia ou de desistência.
Mas será que é isso mesmo? Será que a gente desiste e renuncia? É possível. Mas a renúncia e a desistência são, antes de mais nada, jeitos melodramáticos de contar nossa história de modo a mantermos a ilusão confortável de que temos uma essência e somos definidos por desejos fundamentais -que (obviamente) não deveríamos trair.
De fato, a vida comporta poucas traições radicais de nós mesmos e de nossos desejos, e muitas soluções negociadas, espúrias, pelas quais a gente busca conciliar desejos diferentes com acasos, oportunidades e outros acidentes, reinventando-se a cada dia.
ccalligari@uol.com.br
@ccalligaris
via Folha de S.Paulo – Contardo Calligaris: Volta da Flip – 14/07/2011.
Fui visitar minha exposição (Por Aí, no Espaço Revelar, aqui em Atibaia, até dia 07/08), como faço várias vezes por semana. Visitar o filho? É, mais ou menos… como tenho obras coladas na parede, é sempre bom dar uma olhada, recolocar algo que caiu, etc. Sim, cuidar do filho!
Hoje, ao chegar lá, ganhei o dia. Olha que comentário legal que encontrei:
Jaime, teu trabalho dá trabalho.
Costumo dizer que um trabalho é bom quando instiga a algum tipo de criação: dá vontades – de escrever, pensar, trabalhar, rever e redescobrir.
Você é dinâmico e tá de olho em tudo. Cada vez que se olha um dos trabalhos ao retomar se descobre outras coisas.
As legendas são inteligentes!
E o trabalho “Mr. Scatena” é uma cinta de Moebius que você faz com outras imagens: tem muitas torcidas, tira muitos partidos.
Parabéns,
Maria Regina
Agora pra você, Maria Regina, minha resposta:
Gostei muito do que você escreveu, pois mostra que você entendeu plenamente o objetivo da mostra Por Aí: fazer pensar.
Não queria apenas contemplação das minhas imagens. Queria envolvimento – a busca das mensagens escondidas, dos jogos de palavras nas legendas, dos diversos níveis de leitura das imagens.
Quero que o observador se perca e se encontre, indo e voltando, vendo e lendo, exatamente como você descreve. Dando voltas nesta cinta infinita que se torce sobre si própria.
Muito obrigado, querida.
Na última sexta-feira, 8 de julho, estiveram reunidos em Belo Horizonte representantes da cultura mineira. Entre eles, o membro da RPCFB, Eugenio Sávio, o presidente da FUNARTE, Antonio Grassi, e o secretário executivo do MinC, Vitor Ortiz.
Grassi deu sinal positivo à demanda da Rede: neste mês, dentre os vários editais para as artes visuais, serão lançados dois específicos para o setor fotográfico. São eles o Marc Ferrez, voltado à produção e reflexão sobre a fotografia, e o edital para Apoio aos Festivais e Encontros de Fotografia no Brasil, totalizando R$ 3,5 milhões para o setor.
via Editais voltados ao setor fotográfico são anunciados pelo MinC | RPCFB.
Greetings from Staintown « Dreamy Dreamlands.
Welcome to Staintown
After the murder of Archbishop at the cathedral in 1170, Staintown became one of the most notable towns in the world, as pilgrims from all parts came to visit the shrine.
Tristan Tzara’s Multigraphy
via MULTIGRAPHIA DE JORNAL « MULTIGRAPHIAS.
Based on the cover art of “Differentials: Poetry, Poetics, Pedagogy“, a book by Marjorie Perloff.
2º Varal Fotográfico do Clube Atibaiense de Fotografia
Dia: 17/07/2011
Horário: 14h às 17h,
Local: Centro de Convenções Vitor Brecheret (mapa).
Enfim havia chegado lá. Que bom!
Nem o passado nem o futuro importavam mais agora que havia chegado lá. Estava aliviado.
A viagem havia sido longa, longuíssima, cansativa, extenuante. Infinita.
Mas, enfim, havia chegado lá!
Cheguei onde me hospedaria e me instalei. Foi rápido, mais simples que a longa viagem.
Saí andando pela cidade para conhecer tudo aquilo que havua naquele lugar fantástico, maravilhoso, cheio de experiênicas e prazeres, de coisas bacanas, tudo novo, surpreendente e fascinante que inundava todo o meu ser. Me completava, mas faltava algo. Precisava mandar-lhe uma carta!
Mas o tempo não dá trégua, passa como um foguete, na velocidade tempo da luz.
Já era hora de voltar. Que pena.
Aprontei as malas, juntei todos os souvenires, empilhei as memórias e arquivei sentimentos. de bilhete na mão parti sabendo que dificilmente voltaria.
Em Fim…
Conto Postal #1, Sem Título, São Paulo/2011
O Multigraphias agradece a todos que se inscreveram. Recebemos muitas propostas interessantes de diversos lugares do Brasil e do mundo.
*For English, check out here*
Uma comissão de residentes – Gabriela Canale, Jaime Scatena e Ygor Raduy – selecionou os artistas cujos trabalhos mais dialogam com os conceitos do projeto, no que se refere à arte colaborativa e/ou nas temáticas sobre a cidade.
Foram avaliadas também a potência crítica e criativa dos participantes.
via Resultado da seleção de Residência Artística (Jul/11) « MULTIGRAPHIAS.
London: Royal Festival Hall, fountain | ©JKS Photography.
This is the picture I’ve submitted to this week Photo Challenge at Photoblogs.com. This week’s theme is “Get Wet!”
How do you like it?
Welcome to Eggtown
Kinda weird, ain’t it? Sittin’ on porches, drinking coffee out of mugs?
The Statue of Liberty Enlightening the World was a gift of friendship from the people of France to the people of the United States and is a universal symbol of freedom and democracy.