Num mundo sombrio e chuvoso haverá tempo para a felicidade plena? Esperança.
Concurso para fotógrafos: World Press Photo
Achei esta notícia no British Journal of Photography.
É uma dica boa pra quem tem material de fotojornalismo, mas já aviso que a concorrência é pesada!
No concurso de 2011 eles receberam o volume recorde de mais de 108.000 fotos! A galeria dos trabalhos selecionados em 2011 pode ser vista aqui. Eu tive a chance de ver a exposição das fotos lá em Londres, no ano passado.
Neste ano também tem uma categoria de Multimídia, presente no concurso desde 2011, na qual serão admitidos trabalhos que juntem fotografia com audio, elementos visuais como video, animação, gráficos, ilustrações e textos, sem limitar-se a isso. “A competição de Multimidia foi lançada como um projeto piloto em 2011, na qual um comitê internacional selecionou os concorrentes. Neste ano estará aberta para qualquer um que queira mandar seus trabalhos”, dizem os organizadores da Word Press Photo.
Para detalhes: www.worldpressphoto.org.
World Press Photo, the world’s largest photojournalism competition, is now open for entries.
Portfolios can only be submitted online via the World Press Photo website; and while photographers have until 12 January to submit their photos, they must register for a login before 06 January at 23h59 Central European Time.
via World Press Photo now open for entries – British Journal of Photography.
A place to rest? « MULTIGRAPHIAS
★ 30/Nov/2010
– It has been resting on my archives, looking for it’s final place to rest.
✝ 30/Nov/2011
Deu no Supergiba: Uma fotografia é uma opinião
O site de Arte Contemporânea Supergiba deu hoje uma nota sobre a exposição que o coletivo artístico Multigraphias vai apresentar durante os próximos dois meses em estações do Metrô de São Paulo – Artur Alvim (10/12 a 31/12) e Paraíso (10/01 a 31/01).
Seremos em 12 artistas, cada um com uma foto retratando o Feminino nas diversas cidades do mundo onde habitamos.
Esta é a minha foto: Faces, tirada em Londres no ano de 2010
Tendo como subtítulo “Fotografia é uma opinião”, e inspirada no debate de Susan Sontag em Questão de ênfase, a coletiva que o metrô de São Paulo acolhe entre dezembro e janeiro próximos, nas estações Artur Alvim e Paraíso, reúne 12 artistas em torno da presença do feminino. As imagens são provenientes de cidades tão díspares como Anápolis, Londres, Londrina, Berlim, Olinda, São Paulo, Tijuana (México), Porto Alegre e Poços de Caldas.
O que une os artistas – Elza Cohen (acima), Ísis Fernandes, Jean Sartief, Luciana Franzolin, Joelson Bugila, Jaime Scatena (abaixo), Margareth Miola, Patrícia Francisco, Rei de Souza, Viviane Gueller, Tiago Spina, Ygor Raduy, TabeaHuth e a própria curadora Gabriela Canale – é, além da participação no projeto Multigraphias, o interesse em contrastar opiniões através da fotografia.
Minha exposição na 3ª Mostra São Paulo de Fotografia
Pessoal agora é oficial!
Estou participando desta fantástica mostra fotográfica que ocupará completamente a Vila Madalena já pela 3ª vez. Só tem fera no time de fotógrafos que vai expor por lá e eu terei a chance de expor um trabalho que fiz neste ano, com fotos do Jockey Clube de São Paulo.
A mostra será aberta no dia 25/01/12 – aniversário da Cidade de São Paulo – e ocupará diversos lugares deste que é um dos bairros mais boêmios da cidade. São bares, restaurantes, galerias, lojas e até lajes.
Cada um dos fotógrafos convidados irá apresentar um conjunto de imagens inéditas ou não, mas que enfoque obrigatoriamente alguma face de São Paulo em qualquer tempo em qualquer formato. A curadoria desta terceira edição está sendo feita pelo professor Armando Prado, Alexandre Belém, Mônica Maia e Fernando Costa Netto, que também organiza o evento.
A página oficial da mostra é esta aqui.
E esta é a notícia que saiu ontem (presente de aniversário!!) no Olhave, um dos principais blogs de fotografia do país:
A 3ª Mostra São Paulo de Fotografia acontecerá entre 25 de janeiro e 19 de fevereiro de 2012 na Vila Madalena.
Com o sucesso da Mostra deste ano, a terceira edição promete! O envolvimento do pessoal do bairro deve ser maior e o evento se consolida na agenda fotográfica de São Paulo.
Serão 30 exposições espalhadas por bares, restaurantes, galerias, muros, lojas, outdoors, etc… Alguns nomes já confirmados: José Bassit, Anderson Schneider, Walter Firmo, Paulo Vainer, Felipe Russo, Felipe Morozini, Felipe Bertarelli, Daniel Kfouri, Ignácio Aronovich e Louise Chin [Lost Art], Vânia Toledo, Fernando Martinho, Roberto Wagner, Lufe Gomes, Márcio Távora, Jaime Scatena, o coletivo Garapa, a agência Fotosite e uma coletiva Instagram.
A mão | Atibaia | Jaime Scatena
New York: Subway, Blue | ©JKS Photography
This is my submission for this week CoolPhotoblog challenge. The theme is: Blue.
24 horas em fotos, numa exposição em Amsterdam
Quantas fotos você acha que são publicadas no Flickr em um dia? Dez mil? Um Milhão?
Se quiser saber a resposta é só ir na exposição “What’s next“, lá em Amsterdam, e contar as fotos que o artista Erik Kessels imprimiu e espalhou em uma das salas do Foam (The Future of Photography Museum Amsterdam – All about Photography).
Como dá pra imaginar, são milhares de imagens, uma verdadeira avalanche de fotos.
“Somos expostos a uma sobrecarga de imagens hoje em dia. Este excesso se dá, em grande parte, como resultado de sites de compartilhamento de imagens como o Flickr, redes sociais como o Facebook e mecanismos de buscas baseados em imagens. Seu conteúdo mescla o que é público e o que é privado, com o que seria muito pessoal sendo abertamente e inconscientemente apresentado. Ao imprimir todas estas imagens publicadas num período de 24 horas, eu pude visualizar o sentimento de se afogar nas representações das experiências de outras pessoas” Erik Kessels
O objetivo da exposição “What’s Next” (O que será o próximo, numa estranha tradução literal) é provocar uma conversa sobre o futuro da fotografia, no décimo aniversário do Foam. Ao ver a instalação do Kessel é difícil não se sentir nostálgico em relação ao passado da fotografia e pensar em como seria compartilhar todas estas fotos em negativos… um sinal de que precisamos pensar um pouco mais na edição e seleção daquilo que publicamos.
This installation by Erik Kessels is on show as part of an exhibition at Foam in Amsterdam that looks at the future of photography. It features print-outs of all the images uploaded to Flickr in a 24-hour period…
What’s Next?
The Future of the Photography Museum Guest curators: Lauren Cornell, Jefferson Hack, Erik Kessels, Alison Nordtröm 5 de Novembro a 7 de Dezembro de 2011 Keizersgracht 609 1017 DS Amsterdam +31 20 5516500Chove: OuVê
Este é mais um dos vídeos que fiz recentemente. A idéia de Ver e Ouvir, OuVir e/ou OuVer está me martelando a cabeça faz tempo.
Há alguns dias fiz outro trabalho com este tema – Vir e OuVer (Psyco), para o Multigraphias – e agora saiu esse.
Do que se trata? De vídeo? Ou de foto? O que você vê é uma foto? Mas e o que ouVe??
Chove: OuVê | Atibaia | Jaime Scatena
Fotografia? Arte? $$?
O mercado de arte muitas vezes parece tão insano quanto o mercado financeiro, até porque partilham conceitos semelhantes.
Este texto é bastante esclarecedor a respeito da recente venda da fotografia Rhein II, do fotógrafo alemão Andreas Gursky, vendida por mais de US$ 4 milhões nesta semana.
Gostei muito da parte que fala da expectativa do senso comum de que a fotografia (ou qualquer outra obra de arte) tenha que ter “beleza” – uma beleza que corresponda a seu valor em dinheiro.
No caso, aqui, o que vale não é a beleza da obra, mas seu contexto na arte contemporânea e na linha de trabalho de Gusrky.
Pra pensar.
A fotografia de Gursky não é decorativa, ela não é produzida para enfeitar paredes. Assim como a fotografia do casal Becher e tantos outros fotógrafos serialistas e conceituais. Suas fotografias são rigorosos estudos formais do mundo contemporâneo que desnaturalizam a paisagem do capitalismo contemporâneo e colocam o expectador diante da imagem de seu próprio tempo . E como é possível verificar em muitos de seus trabalhos, seu rigor formal também produz espanto e, porque não, alguma forma de beleza, que é o que se espera das obra de arte intensas.
Cool Photoblogs Weekly Challenge: Yellow
via Rio de Janeiro: Cinelândia, Yellow | ©JKS Photography.
Aqui estão os blogs concorrentes desta semana.
Remembrance Day
Estava em Londres no ano passado bem nesta época, quando muitos britânicos começam a circular com pequenas flores vermelhas – as poppies – na lapela.
É uma referência, uma homenagem, ao Remembrance Day – o 11º dia do 11º mês do ano – quando eles relembram os mortos nas guerras.
No ©JKScatena Photography tem algumas fotos em homenagem a este dia, a Remembrance Series.
Remembrance Day (also known as Poppy Day, Armistice Day or Veterans Day) is a memorial day observed in Commonwealth countries to remember the members of their armed forces who have died in the line of duty since World War I.
Remembrance Day is observed on 11 November to recall the official end of World War I on that date in 1918; hostilities formally ended “at the 11th hour of the 11th day of the 11th month” of 1918.
Uma homenagem a Stieglitz
Estou lendo um excelente livro (O Instante Contínuo, de Geoff Dyer) e, na leitura da tarde de hoje passei pelos comentários sobre as fotos “Equivalentes” do Stieglitz, o que me inspirou a criar este pequeno ensaio.

Apesar de levemente AZUL, o cheiro era de chuva. Aquele cheiro característico que chega muito antes das gotas. Cheiro de terra molhada. Mas, mesmo com cheiro de chuva, o céu ainda era manchado de azul.
Segundo Dyer: “As fotografias de nuvens feitas por Stieglitz eram,nas palavras do próprio fotógrafo, manifestações ‘de uma coisa que já tomava forma dentro de mim’. (…). ‘Eu queria fotografar nuvens para descobrir o que havia aprendido, durante quarenta anos, sobre fotografia. Expor, através de nuvens, minha filosofia de vida – mostrar que minhas fotografias não eram resultados de conteúdo'”.
Tema da Semana: Misty, no Cool Photo Blogs
Essa é minha “Misty” picture, que mandei para o concursinho semanal de fotos do Cool Photo Blogs.
Tem foto minha no Capture Tower Hamlets, em Londres
Uma das fotos que eu enviei para o concurso londrino “Capture Tower Hamlets” foi selecionada e fará parte da exposição e do acervo histórico deste “bairro” de Londres. Talvez eu até ganhe algum dos prêmios, na cerimônia de abertura da exposição, dia 10/11.
Fiz esta foto há alguns anos, na primeira vez em que visite Canary Wharf, um grande empreendimento residencial e comercial, na zona leste de Londres. Fiquei impressionado com estes vários relógios… E, pra falar a verdade, só agora, ao escrever este post é que reparei que os números neles não são iguais.
Tuesday 8 November to Thursday 5 January
Tower Hamlets Local History Library & Archives,
277 Bancroft Road,
London E1 4DQ.
Opening hours:
Tuesday 10am-5pm
Wednesday 9am-5pm
Thursday 9am-8pm
Fortnightly Saturdays – check website for details.
Da lista dos meus artistas favoritos: David Hockney
Nos meus passeios pra buscar imagens interessantes pra mostrar para o pessoal da Semana de Arquitetura da Unicamp eu encontrei este site, que fala um pouco deste interessante artista britânico.
Gosto muito das suas pinturas – já até fiz trabalhos inspirado nele – mas as fotomontagens, colagens, ou ‘joiners’, é o tipo de trabalho que realmente mexeu comigo da primeira vez que tive contato com seu trabalho, no Museu de Fine Arts de Boston, em 2007.
Este link abaixo mostra alguns outros trabalhos do Hockney, aqui tem o link da Wikipedia sobre ele e este é o site oficial dele.
David Hockney is one of British well-known artists that I have found very inspirational with one of my finals (collage). I really like his photo collage art works, (called ‘joiners’), which are a series of individual photographed details that create a complete image. Hockney’s photographic collage examines the relationship between image/reality and space/perspective. “I’m interested in all kinds of pictures, however they are made, with cameras, with paint brushes, with computers, with anything,” said Hockney. “All of them are artifice—technology alters the way you make pictures.”
Tábata Costa | Precipício
Há alguns meses fiz uma oficina de Residência Artística com o José Spaniol no Festival de Artes da Serrinha. Lá conheci um bando de artistas – todos tão loucos ou mais que eu, definitivamente nenhum ‘n0rmal’.
A Tábata Costa é uma delas (artistas… normal? não sei!). Ela trabalha muito com performances – um tipo de manifestação amplo, variado e certamente intenso, muito intenso. Gosto disso.
Ela tem uma ação muito legal que fez em Portugal, a Interditado, na qual se priva de um sentido e sai andando na baixa de Lisboa. E é só uma parte de todo um estudo sobre esta privação sensorial.
Lá na Serrinha, certa manhã ela tira uma carta de tarô do bolso, dizendo que tinha umas idéias. Era O Louco. E essa foto acima é uma das que fiz enquanto acompanhei a intensa e efêmera performance da Tábata, que ela está chamando de “Precipício”.
Lindo, né?
Diálogo | Dialogue
MINHA RESPOSTA (Não é a resposta de Atibaia)
Parte I: O DIálogo
– O que está no diálogo na cidade?
– Mas quem está dialogando na cidade? Só respondendo a isso posso responder ao que questionas.
– A cidade é um grande diálogo?
– Não! A cidade é uma cidade. Tão e somente: com seu nascimento, sua vida e crescimento… nossa! Com esta analogia de vida chegaremos à morte das cidades? A seu colapso? Não sei… só o tempo dirá. Será ele cruel com as cidades quanto é com nós que somos de carne e osso, e não de tijolos e cimento, como as cidades…
– Mas existe algo na vida que não seja diálogo?
– Que fixação, que fissura, que paranoia essa sua com o diálogo!! Deixe o mundo em paz, para que dialogue em paz. Assim teríamos apenas diálogos pacíficos, não-violentos. Você está meio obsessiva, não achas?
Parte II: O REgIstro
– Ai, por Deus! Porque raios queres conter uma cidade em um filme? Que ilusão esta tua… ilusão mesmo… uma ilusão cinematográfica. De onde é que tiras estas idéias é algo que nunca saberei. (…) Já a fotografia, sim, acho que possa mostrar a cidade… digo, um pedaço dela… Acho que nem uma GigaFotografia, destas enormes que estão desenvolvendo, acho que nem estas podemo mostrar a cidade assim inteira, de verdade por inteiro. (…) Ai, por Deus, Pai do céu! Porque é que queres conter a cidade inteira?!? Não é obsessão, não? (…) Essa é fácil! Para registrar o diálogo, basta gravá-lo, está me ouvido? Está? Oi… oi… me ouve?? (click).
Parte III: Com-Parte-Ilhar
via MULTIGRAPHIAS.
Luto na fotografia: Robert Whitaker, fotógrafo dos Beatles
Não tenho o hábito de ler obituários. Nem vou discutir a respeito.
Mas vou render homenagens a um profissional que, com seu trabalho, ajudou a criar a mítica Aura que existe em torno da minha banda favorita, os Beatles.
Achei legal que o texto apresenta esta tal “capa dos açougueiros”, uma que não chegou a ser realmente utilizada, pois acharam que era de mau gosto. Eu gostei!
Descanse em paz, Robert Whitaker (1939 – 2011)
His most talked-about work was one that most people never got to see when it was released: a photograph of the Beatles on an album cover that was quickly pulled from public view. Known in Beatles lore as the “butcher cover,” it showed the Beatles, wearing white butchers’ coats, festooned with chunks of raw meat and dismembered dolls. John Lennon, George Harrison and Ringo Starr are smiling; Paul McCartney’s mouth is agape. (…) It was their only record to lose money for Capitol. Still, it rose to No. 1 on the music charts by July 30 and stayed there for five weeks.
via Robert Whitaker, the Beatles’ Photographer, Dies at 71 – NYTimes.com.
Sweep Panorama: fotos panoramicas em um click
Mais uma boa review do David Pogue, do New York Times, agora falando da nova teconologia que a Sony tem colocado em suas máquinas, que permite tirar fotos panorâmicas em um click, movendo a camera em arco e a foto fica pronta, perfeita, diretamente na câmera, sem a necessidade de pós-edição.
Eu já uso a minha Canon S95 pra fazer panorâmicas – um dos meus usos preferidos, junto com o selective colour – mas tenho que editá-las no Photoshop, pra juntar as partes. O efeito fica ótimo, mas imagino que ter tudo pronto, diretamente na câmera, seja realmente mais prático!
A panorama provides a much better representation of being there than the tiny slice provided by a regular photo. You can actually scan the scene, looking around you. And when it’s printed, a pano makes a perfect piece of art on the wall. Especially over a couch.
E a evolução das cameras compactas continua
O David Pogue é, para mim, o melhor colunista de informática, gadgets e câmeras fotográficas do mundo! Adoro o humor em seus textos e a maneira objetica como ele avalia tudo o que acontece no mercado de informática.
As revisões que ele faz de gadgets e câmeras fotográficas são, definitivamente, um “must read” (de leitura obrigatória) antes de se adquirir qualquer equipamento!
A sua “Carta de Amor para uma câmera” me fez comprar a Canon S95 que tenho usado e que tira excelentes fotos, mesmo sendo compacta o suficiente para caber no meu bolso. Às vezes posso dispensar minha Pentax K-5 (uma SLR, grandona, com várias lentes e coisa e tal) e sair tranquilo sabendo que a Canon vai dar conta do recado.
Neste texto abaixo ele comenta o desenvolvimento das câmeras portáteis, com belos exemplos de equipamentos da Pentax e da Nikon.
And why doesn’t everyone buy S.L.R. cameras? Gorgeous photos, sensational low-light shots, interchangeable lenses, no shutter lag!
via 2 Compact Cameras Move Closer to Perfection – David Pogue – NYTimes.com.
The 360 Project: Fotografia ou filme?
Mais uma dica excelente do Creative Review Blog, agora sobre uma intersecção interessante entre filme e fotografia, em um trabalho do fotógrafo e filmmaker canadense Ryan E. Hughes, que usa 48 máquinas fotográficas simultaneamente!
Canadian filmmaker and photographer Ryan Enn Hughes’s 360 Project uses 48 cameras arranged in a circle and triggered simultaneously to explore the crossover between still and moving image
Rome: Urban Anti-Art | ©JKS Photography
Pompeii: Apollo’s Temple | ©JKS Photography
The city of Pompeii is a partially buried Roman town-city near modern Naples in the Italian region of Campania, in the territory of the comune of Pompei. Along with Herculaneum, Pompeii was destroyed and completely buried during a long catastrophic eruption of the volcano Mount Vesuvius spanning two days in the year AD 79.
Source: Wikipedia
John Blakemore e suas fotos de flores
Achei este fotógrafo inglês, John Blakemore, através de um post do blog da Creative Review sobre um livro de fotografias e descobri que ele está expondo em Londres até dia 14/10, na Hoopers Gallery.
Suas fotos são de flores, mas gostei mesmo da abordagem que ele faz a respeito das montagens a serem fotografadas – as natureza mortas – e como a decisão por usar este processo criativo influenciou em seu conhecimento da própria fotografia.
The activity of picture making also made it necessary to extend my use of the photographic process as I imagined different photographs, different print tonalities, and had to discover the means to realise them.
Someone asked me recently how i knew when a piece of work was finished. I know it when the making of a photograph is no longer necessary, the moment of recognition, the acknowledgement of subject occurs, but to look is sufficient.
Dicas de Corte em fotografias de Retrato
Eu já tinha ouvido a respeito de dicas de cortes ( britânico David Graham comentou a respeito no workshop que deu em São Paulo em fevereiro de 2011), mas nunca tinha visto um esqueminha como este, que achei bem interessante.
Here’s a helpful illustration that shows acceptable places to crop when shooting portraits. Cropping at green lines should be fine, while cropping at red lines might leave you with an awkward looking photograph.
Você esta online em algum lugar? « MULTIGRAPHIAS
I was OFFline, working ONshapes
Offline Onshape | Atibaia | Jaime Scatena
Ponte Aérea « MULTIGRAPHIAS
Um perfil de Duchamp no Facebook é vendido como arte
O alcance da artemídia (a tradução de Media Arts, como definido pelo professor Arlindo Machado) é ainda imprevisível, já que se trata da inteferência de artistas nos circuitos da media já estabelecida e, no caso da Internet, a Arte de nosso tempo.
Artemidia, em português, é o termo a ser usado quando um trabalho de arte usa a tecnologia em meios de comunicação em massa.
Prof. Arlindo Machado, 2011
O certo é que os artistas, como “antenas da humanidade”, sempre se apropriaram e subverteram os parâmetros, quebraram paradigmas, usando os mais avançados dos instrumentos disponíveis. O cravo de Bach, os estudos fotográficos de Degas para uso em sua escultura e a cronofotografia no Nu na Escada de Duchamp; o artista deve estar em sintonia com o seu tempo.
O artista é um inconformado em sua busca pela subversão dos convencionalismos impostos pelos meios de produção de massa. A arte deve ser usada como a metalinguagem da mídia.
Duchamp é um caso à parte, ao chegar ao extremo de tratar seus ready-mades – objetos industrializados, seriados, repetidos – como singulares e sublimes objetos de arte. Quando o publico e o mercado aceitaram esta visão, estavam abertas as porteiras da arte para tudo o que vem depois. Essa culpa é dele, e só dele!
A idéia de tratar um perfil do Duchamp no Facebook como o uso ready-made na criação do efêmero é genial, afinal de contas, a artemidia é exatamente isso: a tradução da sensibilidade artística do homem do século XXI.
Cheneseau faz é um ready-made do século XXI, ao utilizar como objeto pronto o elemento numérico (a página web) em sua obra. Certas obras de Duchamp desapareceram por acidente ou pelo desejo do artista, e delas restam apenas fotos e/ou cópias, o que faz com que estas obras sejam hoje tão virtuais quanto uma página do facebook. Ou, como diz o artigo do jornal francês La Libération sobre o assunto, “Ceci n’est pas une page Facebook“
via Um perfil de Duchamp no Facebook é vendido como arte. E aí? « But, Charlie.
Multigraphias: artemidia a serviço do diálogo artístico.
3″ « MULTIGRAPHIAS
3″ = 3 frames de 1″ de exposição
Qual é o tempo da sua arte?
3 segundos | Palmas | Jaime Scatena
via 3″ « MULTIGRAPHIAS.
Em que lugar da cidade você dançaria? « MULTIGRAPHIAS
Em que lugar da cidade você dançaria?
Photoshop Tip: How To Use Photoshop For Easy Skin Tone Correction Tutorial By Sean Armenta
Recebo sempre estas dicas de uso do Photoshop, com videos tutoriais muito bem feitos e fáceis de seguir (mas somente em inglês).
Este aqui é para usar uma camada de correção para ajustes de tons de pele.
Clique no link no final do artigo para ver o vídeo.
Here’s a good video by Sean Armenta where he shows you in detail how to quick and easily make skin tone corrections using the curve adjustment layer option in Photoshop.
via Photoshop Tip: How To Use Photoshop For Easy Skin Tone Correction Tutorial By Sean Armenta.
36 Hours in Downtown Manhattan – NYTimes.com
A sessão de dicas de viagem do New York Times tem, todas as semanas, esta coluna de “36 horas” em algum destino.
É um roteiro pra quem quer passar o final de semana em algum lugar, cheio de dicas de restaurantes, bares, lojas… muito bom!
Este é de Nova York… Não! Na verdade é de uma área de Manhattan – Downtown – ou o centro financeiro, lá na ponta sul da ilha (onde ficavam as Torres Gêmeas).
Essa foto eu tirei (ainda em filme) da primeira vez que estive em NY, nos idos de 2002. Tem mais fotos da Big Apple no meu foto site:
http://photo.jkscatena.com/category/cities/new-york/
Clique no link lá embaixo para ler as dicas do NYTimes (em inglês).
The financial district is bustling, Chinatown is as quirky and enticing as ever, and TriBeCa is bursting with new restaurants, bars and hotels. With the exception of those seeking a night of relentless club-hopping, travelers hardly need venture north of Canal Street for a complete New York weekend.
pradecorar19: PHOTOGRAPH BY J.K.SCATENA
Olha que legal que o Julio escreveu sobre mim e sobre meu trabalho!!
Não é segredo que sou apaixonado por rosas, acabei de adquirir duas fotos deste artista.
Só posso é indica-lo para todos que curtem fotografia na decoração e em qualquer momento.
Árvore contínua « MULTIGRAPHIAS
Árvore contínua | Atibaia | Jaime Scatena
via Pés de Sol | Pega na Banca! | Muros como pele: literário ou visual? « MULTIGRAPHIAS.
Invasão (Multigraphia) « MULTIGRAPHIAS
São Paulo: I just don’t know what to Say Say
This is my submission for this week’s picture contest at CoolPhotoblogs.com. Current theme is SAD:
São Paulo: I just don’t know what to Say Say
via São Paulo: I just don’t know what to Say Say | ©JKS Photography.
SOS Fotografia: Michael Snow e a famosa foto “Authorization”
Ver esta obra pela primeira vez me fez repensar qual é o papel da fotografia e o que se passa no tal “Ato Fotográfico”. Ela abre o livro homonimo de Philipe Dubois e, para mim, se tornou uma “porrada visual” muito marcante. Ainda estou mastigando a obra, com idéias interessantes de como usá-la, referenciá-la.
Ao registrar uma sequencia de fotos, apresentando as 5 em um só registro, Snow consegue nos fazer repensar o que é que a fotografia registra – será que é mesmo só aquele ‘milissegundo’ (1/1000 s), ou é possível registrar o tempo, o andar do tempo, em uma foto?
O texto abaixo é do blog SOS Fotografia, da Beth Barone.
O resultado final – com as cinco polaroides – é um trabalho que restitui a história da obra ao mesmo tempo em que a fazem. São ao mesmo tempo o próprio ato e sua memória.
O trabalho está exposto na Galeria Nacional em Ottawa. Por ficar bem na altura do rosto das pessoas o observador vê o espelho mas pouco de seu reflexo aparece já que ele está ocupado pelo auto-retrato de Snow, um rosto que esteve ali, no passado. No momento presente o expectador do trabalho se vê apenas e parcialmente pelas bordas. O trabalho é bem mais que uma simples foto: é o acionamento da própria fotografia.
via SOS Fotografia: Michael Snow e a famosa foto “Authorization”.
Greetings from Neverland « Dreamy Dreamlands
A arte de Duane Michals – Revista Foto Grafia
Conheci o trabalho do Duane há algumas semanas, quando participei da oficina de Residência Artística com o José Spaniol lá no Festival de Arte da Serrinha.
O uso que faz dos espelhos e das sequencias fotográficas é muito inteligente e bem resolvido, quase que nos obrigando a continuar olhando para as fotografias infinitamente… Muito bom mesmo.
Achei interessante a biografia dele que achei neste site, da Revista Fotografia:
O fotógrafo americano autodidata, faz uso inovador de foto-seqüências em suas obras, muitas vezes incorporando texto para examinar a emoção e a filosofia. Ele estudou design gráfico, mas não concluiu o curso porque se apaixonou pela fotografia. Começou como fotógrafo de moda, trabalhando para revistas como Esquire e Vogue, e em pouco tempo se tornou um artista de nível internacional.
Original em seus pensamentos, crenças e na execução de suas imagens, Michals conseguiu criar uma carreira brilhante ignorando – quer dizer, desafiando – os limites estabelecidos. Ele passou a vida re-analisando e re-inventando a própria natureza da fotografia.
Ao invés de descrever as realidades exteriores, Michals virou a câmera e visão para seu interior – enfrentando e tentando descrever as paisagens intangíveis de suas próprias emoções, medos, sonhos e desejos.
As suas obras são desconcertantes, quase surrealistas, utilizando frequentemente jogos de espelhos ou sequências de imagens.
“Eu estou interessado no que acontece quando morremos. Eu não sei como alguém pode estar vivo e não questionar isso. – Eu acho que é uma pergunta muito racional.” – Duane.
Weekly photo challenge: Summer Vacation
My submission to CoolPhotoblogs.com‘s weekly photo challenge.
This week’s theme is “Summer Vacation”.
Paris: Nous
… mas cá com meus botões e o tempo passa. « MULTIGRAPHIAS
Eu, cá com meus olhos, mirando o mundo passar (Mirante)
via … mas cá com meus botões e o tempo passa. « MULTIGRAPHIAS.
























































