Archive for ‘Dicas de Fotografia’

08/03/2017

Referências Visuais: Walker Evans


Este é um dos e-mails que enviei para os participantes do meu Grupo de Estudos em Fotografia, com referências dos fotógrafos que falamos em nossa conversa semanal.

Aproveite!


Que tal ser desafiado a melhorar sua prática fotográfica?

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Que ótimo começo, né?

Aqui vão algumas referências visuais – e links – sobre um dos fotógrafos que comentamos ontem, o norte-americano Walker Evans.

 

Lembrando que o texto de apoio está disponível no meu site através deste link e o questionário referente ao texto está acessível por este outro link.

Walker Evans, por Edwin Locke, para Farm Security Administration – Domínio Público

Glass Roof of Pennsylvania Station, New York City, 1928

Walker Evans começou a fotografar no final dos anos 1920, durante uma viagem pela Europa. Ao retornar a Nova York, ele publicou suas primeiras imagens em 1930.

Suas primeiras fotografias revelam uma grande influência do Modernismo Europeu, especialmente o formalismo e a ênfase em estruturas gráficas e dinâmicas. Mas ele gradualmente se afastou deste estilo altamente estético e desenvolver seu próprio estilo: com noções realistas, do papel do espectador da imagem e da ressonância poética dos motivos altamente ordinários.

Alabama Tenant Farmer, 1936
Em 1935 trabalhou para a  F.S.A. (Farm Security Administration), um organismo federal criado por Roosevelt para dar solução à crise agrícola dos Estados Unidos durante o período da Grande Depressão. Usando a fotografia como prova da miséria em que viviam os agricultores americanos, Evans registava o cotidiano com precisão objetiva, dignificando, apesar de tudo, a pobreza em que estes agricultores viviam.
Penny Picture Display, 1936

Em Setembro de 1938 0 Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York abriu a exposição “American Photographs“, uma retrospectiva da primeira década de fotografias de Evans.

Simultaneamente o museu publicou o livro “American Photographs”, considerado até hoje por muitos artistas a maior referência em termos de Foto-Livros.

Acredita-se que Evans passou mais tempo escolhendo as imagens e a diagramação (muito específica) do livro do que ele passou preparando a exposição em si. As fotos expostas não estão todas no livro e nem todas aquelas da publicação fazem parte da exposição.

Talvez ele tenha vislumbrado que o legado da publicação seria muito mais permanente do que a transitoriedade da exposição e este legado merecia mais atenção. Ou, talvez ele acreditava que a documentação fotográfica através do livro seria mais relevante.

O livro foi novamente publicado em 2012 em uma edição que copia fielmente àquela seminal de 1938.


Bom, por hora é isso. Agora é a sua vez de encarar o desafio proposto.

Lembrando que, existindo vagas, você é bem vindo para participar dos próximos encontros, mas a prioridade será daqueles que ainda não compareceram.

Um grande abraço e obrigado por fazer parte deste projeto!
Jaime Scatena

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25/10/2013

The Photographed Body | Fotografando o Corpo


Acesse a apresentação clicando na imagem abaixo | See the presentation clicking on the image below.

Photographed Body, Cover | JKScatena

The Photographed Body | Fotografando o Corpo – ©JKScatena/2013

 

16/04/2012

Premio Brasil de Fotografia – Geórgia Quintas


Transcrição das anotações pessoais da palestra da Geórgia Quintas no dia da abertura das inscrições do Prêmio Brasil de Fotografia, 10/04/12.
Para saber mais sobre o prêmio, clique aqui: Prêmio Brasil de Fotografia 2012.

  • A fotografia deve buscar ” O Olhar Imprevisível”, inquietante, improvável; com desdobramentos poéticos contemporâneos (vívido e orgânico)
  • Referência: Giorgio Agambem

O Contemporâneo é um mistério pela sua proximidade. Cria o desafio do exercício de se ver o que não está claro.

  • É necessário desconectar-se para buscar o aclaramento simultaneamente ao adensamento.
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16/04/2012

Premio Brasil de Fotografia – Eder Chiodetto


Transcrição das anotações pessoais da palestra do Eder Chiodetto no dia da abertura das inscrições do Prêmio Brasil de Fotografia, 10/04/12.
Para saber mais sobre o prêmio, clique aqui: Prêmio Brasil de Fotografia 2012.

  • Sobre Ensaio/Série
    • É resultado de uma pesquisa – se aprofunda na Linguagem da Fotografia
    • Texto de Referência: “Ensaio como Forma” (Theodor ADORNO)
      • deve incorporar o efêmero, o mutável, deve abrir para uma reflexão (do observador/leitor)
      • proposta de abertura de um diálogo
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21/03/2012

Eu e minha 50mm


Este video (somente em inglês) fala de razões para se ter uma lente de 50mm.

Este tipo de lente é meio que um tabu da fotografia, mas você só vai entender o porquê quando começar a usar uma. Eu me apaixonei pela minha e tenho que dizer que é, praticamente, a única que uso na minha Pentax SLR. Até na minha Cannon S95, de bolso, eu uso a configuração que seria “equivalente” aos 50 mm.

Aqui vão as razões listadas no vídeo:

  1. Peso x tamanho: sim, é uma lente compacta e relativamente leve. No video ele relata que uma 50mm f/1.4 pesa 278g, enquanto uma 85 mm ou 35mm f/1.4 chegam a pesar quase 600g. São mais de 2 x o peso para se obter a mesma abertura/luminosidade (f/1.4).
  2. Ela te obriga a pensar: sim, porque ela é fixa! Você não pode acionar o zoom para enquadrar melhor ou “se aproximar” do assunto… Você pensa mais naquilo que está enquadrando. Além disso, o zoom não só aproxima, mas altera a profundidade de campo, dando outro efeito à foto. Outra coisa: os 50mm da lente dão o efeito mais parecido com nosso olhar. Ela, no fim das contas, aproxima o observador do assunto fotografado. Parece mais real!
  3. As coisas fotografadas “parecem corretas”: a lente mais “correta” seria uma equivalente a 43mm, mas a de 50 é considerada padrão desde sempre! É a mais adequada para fotos na rua.
  4. Versatilidade: ela não é muito aberta nem muito fechada. Serve para retratos e para paisagens… se você tiver que carregar apenas uma lente, escolha a sua 50mm. É óbvio que não poderá “aproximar” muito objetos que estão longe, isso só com uma tele, mesmo…
  5. Profundidade de campo: uma 50mm fixa geralmente vai te dar uma abertura de f/1.4, o que proporciona uma baixa profundidade de campo, isolando muito bem seu assunto. A profundidade é muito “fina”, ou seja, tudo que está atrás ou à frente da sua lente vai ficar desfocado, com o delicioso efeito Bokeh nas luzes.

Meu ensaio Inspired, por exemplo, foi todo tirado com a minha ‘cinquentinha’. E as fotos do aniversário da Manu e do Gabriel também foram, praticamente todas, tiradas também com ela.

Eu simplesmente ADORO a luminosidade que esta lente proporciona. É uma coisa meio mágica, etérea e bastante poética.

Numa busca rápida eu achei até um grupo no Flickr que só aceita fotos tiradas com 50mm! O grupo chama Bresson 50mm, pois o Henri Cartier-Bresson, um dos fotógrafos mais conhecidos da história da fotografia, usava, principalmente uma lente 50mm na sua Leica 35mm (analógica, claro!).

Pronto, #FicaADica!

5 Reasons Why You Need a 50mm lens – YouTube.

01/10/2011

Sweep Panorama: fotos panoramicas em um click


Mais uma boa review do David Pogue, do New York Times, agora falando da nova teconologia que a Sony tem colocado em suas máquinas, que permite tirar fotos panorâmicas em um click, movendo a camera em arco e a foto fica pronta, perfeita, diretamente na câmera, sem a necessidade de pós-edição.

Eu já uso a minha Canon S95 pra fazer panorâmicas – um dos meus usos preferidos, junto com o selective colour – mas tenho que editá-las no Photoshop, pra juntar as partes. O efeito fica ótimo, mas imagino que ter tudo pronto, diretamente na câmera, seja realmente mais prático!

Chicago: Millenium Park panorama

Chicago: Millenium Park panorama

A panorama provides a much better representation of being there than the tiny slice provided by a regular photo. You can actually scan the scene, looking around you. And when it’s printed, a pano makes a perfect piece of art on the wall. Especially over a couch.

via The Glory of Sweep Panorama – NYTimes.com.

30/09/2011

Dicas de Corte em fotografias de Retrato


Eu já tinha ouvido a respeito de dicas de cortes ( britânico David Graham comentou a respeito no workshop que deu em São Paulo em fevereiro de 2011), mas nunca tinha visto um esqueminha como este, que achei bem interessante.

Where to crop on portrait photography

Here’s a helpful illustration that shows acceptable places to crop when shooting portraits. Cropping at green lines should be fine, while cropping at red lines might leave you with an awkward looking photograph.

via Crop Guidelines for Portrait Photography.

31/08/2011

Photoshop Tip: How To Use Photoshop For Easy Skin Tone Correction Tutorial By Sean Armenta


Recebo sempre estas dicas de uso do Photoshop, com videos tutoriais muito bem feitos e fáceis de seguir (mas somente em inglês).

Este aqui é para usar uma camada de correção para ajustes de tons de pele.

Clique no link no final do artigo para ver o vídeo.

Here’s a good video by Sean Armenta where he shows you in detail how to quick and easily make skin tone corrections using the curve adjustment layer option in Photoshop.

via Photoshop Tip: How To Use Photoshop For Easy Skin Tone Correction Tutorial By Sean Armenta.

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