
”It’s not where you take things from – it’s where you take them to” Jean-Luc Godard, by Jim Jarmusch

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”It’s not where you take things from – it’s where you take them to” Jean-Luc Godard, by Jim Jarmusch

Foi aberta no último dia 22/06 a exposição Foto.Experimento, da qual participei juntamente com outros 7 jovens fotógrafos-artistas sob a coordenação da professora e fotógrafa Beth Barone.

Para esta exposição eu preparei uma versão única e exclusiva de um livro no qual ‘desconstruo’ os meus GIFs, a minha versão da Fotografia Animada. O livro é apenas parte do trabalho, que também tem um site que pode ser acessado através de um Código QR que está impresso no livro (e é este abaixo).

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Este trabalho tem me feito repensar a maneira através da qual vejo o mundo, não mais me preocupando com o ‘instante decisivo’ do Cartier-Bresson para procurar o ‘instante contínuo’ que retrato animadamente através dos meus GIFs.
Ok, na verdade é tudo balela… eu não fiz nada disso… quem fez tudo isso foi meu colega Muybridge Neto. Enfim… visitem o site e também a página do Facebook do Animado Mundo do Muybridge Neto. E animem-se!
Londres possui mais de 240 museus, mas apenas um realmente dedicado à Fotografia, o Photographers’ Gallery, que fica no Soho, perto da Oxford St.
Em seu novo programa digital, Born in 1987: The Animated GIF, uma exposição dedicada a este muito desprezado formato de imagem, 40 imagens GIF produzidas por artistas de diversas origens serão apresentadas em um website e em uma parede digital de 2,7 x 3 m, o “The Wall” , no térreo da galeria.
81,5 kg of Myself
via Photography as a record « Multigraphias.
In 81,5 kg of myself you won’t ever find everything I am.
I’m there, the whole physical me on these 80+ kg
But I’m also here, online
And there, over timeCan’t be over there, where my heart is
And have to be right here, where these 81 kg are.That’s it: a bit of what I am,
recorded and registered through a picture
of those 81,5 kg of myself.
Que tal passar o feriado (paulista, ok) de 9 de julho em um veleiro em Amsterdam, depois de ter curtindo uma das baladas mais fantásticas do mundo??
A operadora holandesa Diador está montando um grupo especial para aqueles que curtem baladas das boas: festa White Sensations em Amsterdam (a original, que aqui no Brasil chegou como Skol Sensations) e uma semana pra curtir Berlim, uma das capitais européias mais descoladas atualmente.
O pacote inclui hospedagem em hotéis categoria 4*, traslados, bastante tempo livre e alguns passeios como de veleiro em Amsterdam (pra relaxar depois da balada) e um Beer Garden em Berlim.
São apenas 40 lugares, já que os ingressos da White Sensations estão esgotados há muito tempo!
Veja mais:
Ia passando por este post no Facebook sem abrir o link, mas resolvi dar uma olhada e adorei.
O cara, Sergei Prokudin-Gorskii, em 1910, produzia projeções fotográficas coloridas usando lanternas e filtros coloridos. Só que ele usava filtros – RGB – também pra tirar 3 fotos, de maneira que a combinação dos 3 negativos com a projeção colorida gerava imagens com alta fidelidade cromática.
A coleção de cerca de 100 fotografias está no acevo da Biblioteca do Congresso Americano, que adquiriu as placas de vidro em 1948.
No link deste artigo que cito abaixo tem 34 das fotos, onde dá pra ver os tipos e paisagens da Russia daquela época com uma clareza incrível de detalhes. Em algumas delas dá pra perceber ‘rastros’ do processo de colorização de Sergei, como naquela em que a água, em movimento, mostra faixas das 3 cores ‘descasadas’.
With images from southern and central Russia in the news lately due to extensive wildfires, I thought it would be interesting to look back in time with this extraordinary collection of color photographs taken between 1909 and 1912. In those years, photographer Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii (1863-1944) undertook a photographic survey of the Russian Empire with the support of Tsar Nicholas II. He used a specialized camera to capture three black and white images in fairly quick succession, using red, green and blue filters, allowing them to later be recombined and projected with filtered lanterns to show near true color images. The high quality of the images, combined with the bright colors, make it difficult for viewers to believe that they are looking 100 years back in time – when these photographs were taken, neither the Russian Revolution nor World War I had yet begun. Collected here are a few of the hundreds of color images made available by the Library of Congress, which purchased the original glass plates back in 1948. (34 photos total)
via Russia in color, a century ago – The Big Picture – Boston.com.
E foi assim a festa de aniversário do meu sobrinho mais lindo do mundo, o Antonio Scatena!
Pronto, demorou mas até o New York Times agora descobriu o quanto “cool” é a parte leste de Londres, ou East London.
Na coluna de viagens deles desta semana – 36 horas em … – estão dando as dicas de galerias, clubes e restaurantes desta área da cidade que foi sempre preterida em relação aos bairros mais chiques do West End.
Eu saí algumas noites bem legais em Dalston, onde tem clubes muito bons, com um público bastante desencanado, divertido e interessante. Uma das dicas é o Dalston Superstore.
Fui no Columbia Rd Flower Market, um dos mercados mais interessantes da cidade. Também fiz comprinhas nos brechós perto de Brick Lane e fui em aberturas de exposições em galerias de Hackney. Até mesmo a minha primeira tatuagem eu fiz em um estúdio por lá…
É legal pensar que esta área, que foi muito atacada durante a Segunda Guerra e que foi sempre uma das mais pobres da cidade está se mostrando um destino tão rico em atrações.
#FicaADica!
East London is by far the city’s trendiest area (just ask Ralph Fiennes and Keira Knightley, who both live here), crowded with shoppers during the day and clubbers at night. Wear comfortable walking (and dancing) shoes to discover its neighborhoods east of the Tower of London, namely, Shoreditch, Bethnal Green, Hackney Wick and Dalston.
Premio Brasil de Fotografia é o novo nome do ‘Prêmio Porto Seguro’, uma das mais importantes premiações em fotografia do Brasil e, certamente, das poucas com continuidade, afinal de contas, o prêmio completa uma década de existência neste ano, em uma edição tem como principal objetivo privilegiar este momento de extrema criatividade e renovação que a fotografia passou a representar.
Segundo Eder Chiodetto, curador do prêmio desde muito tempo e parte da Comissão de Premiação (que conta ainda com o artista visual Cildo Oliveira, as professoras Fabiana Bruno e Geórgia Quintas e Simonetta Persichetti, crítica e professora), o desafio do Prêmio nesta edição era diferenciar os fotógrafos ‘sérios’, que pensam e fazem a fotografia contemporânea, daqueles que só usam a fotografia como um hobby, abusando da tecnologia para tirar fotos, ainda que boas, mas sem um pensamento conceitual, estético e crítico.
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Transcrição das anotações pessoais da palestra do Eder Chiodetto no dia da abertura das inscrições do Prêmio Brasil de Fotografia, 10/04/12.
Para saber mais sobre o prêmio, clique aqui: Prêmio Brasil de Fotografia 2012.
Montei esta apresentação para o pessoal da Semana de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp do ano passado, a convite do CACAU, o Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo.
A experiência, como um todo, foi muito proveitosa tanto para os alunos que participaram quanto para mim. Saiu até uma exposição durante as atividades de integração dos calouros deste ano.
O tema da oficina era “Fotografia, Arte e Arquitetura” e eu me baseei num curso que fiz, com o mesmo tema, na escola Central Saint Martins, de Londres, em 2010. A proposta é olhar para os edifícios, para os elementos arquitetônicos, e extrair arte deles, ou melhor, registra-los de uma maneira artística.
Como queria que o pessoal tivesse um referencial visual, um repertório imagético do qual pudessem partir, fiz algumas apresentações repletas de obras de arte e de fotografias. Uma é a Retrospectiva Visual da História da Arte – A Arquitetura na Arte, do Renascimento ao Contemporâneo. Outra é esta abaixo, uma Retrospectiva Visual da História Fotografia.
Clique na imagem ou no link abaixo e viaje nas imagens.
Acho legal pensar que a primeira fotografia, o Boulevard du Temple do Daguerre (quer saber mais, veja aqui – História da Fotografia – 1839), é uma fotografia urbana, com muitos elementos arquitetônicos (e pouquíssimos humanos! dois, pra ser mais exato… visíveis).
É importante ser contemporâneo, pelo menos de si próprio. Paulo Bruscky
via Sejamos contemporâneos « Multigraphias.
GIF produzido com screenshots do curta metragem “As Aventuras De Paulo Bruscky”, de Gabriel Mascaro
Este video (somente em inglês) fala de razões para se ter uma lente de 50mm.
Este tipo de lente é meio que um tabu da fotografia, mas você só vai entender o porquê quando começar a usar uma. Eu me apaixonei pela minha e tenho que dizer que é, praticamente, a única que uso na minha Pentax SLR. Até na minha Cannon S95, de bolso, eu uso a configuração que seria “equivalente” aos 50 mm.
Aqui vão as razões listadas no vídeo:
Meu ensaio Inspired, por exemplo, foi todo tirado com a minha ‘cinquentinha’. E as fotos do aniversário da Manu e do Gabriel também foram, praticamente todas, tiradas também com ela.
Eu simplesmente ADORO a luminosidade que esta lente proporciona. É uma coisa meio mágica, etérea e bastante poética.
Numa busca rápida eu achei até um grupo no Flickr que só aceita fotos tiradas com 50mm! O grupo chama Bresson 50mm, pois o Henri Cartier-Bresson, um dos fotógrafos mais conhecidos da história da fotografia, usava, principalmente uma lente 50mm na sua Leica 35mm (analógica, claro!).
Pronto, #FicaADica!