Uma das coisas que mais gosto em Londres são seus espaços públicos – e mesmo os privados de uso público.
Este texto explica bem os prós e contras deste segundo grupo, até porque eu nunca havia percebido esta pequena diferença entre lugares públicos e privados de uso público. Quando você está visitando o complexo MoreLondon, às margens do Tâmisa e com uma das melhores vistas da Tower Bridge, com seu anfiteatro onde são apresentadas peças gratuitas ao ar livre durante o verão, na verdade você está em um terreno privado, sujeito às normas dos proprietários. E o mesmo vale para diversos outros equipamentos “públicos”: o Broadgate, lá perto da Liverpool St, a Paternoster Sq, perto da Catedral de St. Paul e o Canary Wharf.
Canary Wharf: privado, aberto à circulação pública
A impressão que se tem é de estar em um lugar público, mas, como eu mesmo vi na minha última estada em Londres, os proprietários podem vetar o acesso, fechar o lugar e pronto! Como a “Occupy London” estava ao lado da Catedral de St. Paul, toda a área da Paternoster Square estava fechada. Achei bem estranho, mas não tinha entendido exatamente o porquê.
Paternoster Sq (temporariamente Tahrir Square): fechada pela polícia
O texto também apresenta uma abordagem muito interessante de como os empreendimentos são avaliados, re-avaliados e escrutinados antes da construção por lá. Avaliam o impacto urbano, visual, histórico e, neste caso até na hidrografia do rio. Isso tudo para um empreendimento (falsamente) de acesso público e sem custos para os cofres da cidade. Um exemplo para nosso planejamento urbano brasileiro, onde tudo é privado e o verdadeiro planejamento urbano é liderado pelos interesses do mercado imobiliário.
MoreLondon: dá pra dizer que é um lugar privado?
In this it is the latest example of a widespread type of the 21st century, the pseudo-public space, in which the City of London and its satellites are world leaders. The Broadgate development of the 1980s was a pioneer, followed by Canary Wharf, Paternoster Square next to St Paul’s, and the More London development where City Hall, the headquarters of the Mayor of London, stands. In each the shapes and attributes of town squares are imitated – an oblong or round shape, outdoor art, cafe tables, fountains – and sometimes real public assets are created, but ultimate control is in the hands of private landowners.
O mercado de arte muitas vezes parece tão insano quanto o mercado financeiro, até porque partilham conceitos semelhantes.
Este texto é bastante esclarecedor a respeito da recente venda da fotografia Rhein II, do fotógrafo alemão Andreas Gursky, vendida por mais de US$ 4 milhões nesta semana.
Gostei muito da parte que fala da expectativa do senso comum de que a fotografia (ou qualquer outra obra de arte) tenha que ter “beleza” – uma beleza que corresponda a seu valor em dinheiro.
No caso, aqui, o que vale não é a beleza da obra, mas seu contexto na arte contemporânea e na linha de trabalho de Gusrky.
Pra pensar.
Rhein II, Andreas Gursky, 1999
A fotografia de Gursky não é decorativa, ela não é produzida para enfeitar paredes. Assim como a fotografia do casal Becher e tantos outros fotógrafos serialistas e conceituais. Suas fotografias são rigorosos estudos formais do mundo contemporâneo que desnaturalizam a paisagem do capitalismo contemporâneo e colocam o expectador diante da imagem de seu próprio tempo . E como é possível verificar em muitos de seus trabalhos, seu rigor formal também produz espanto e, porque não, alguma forma de beleza, que é o que se espera das obra de arte intensas.
O Cho Ku Rei (Energia é Aqui) é o símbolo do poder e sua missão é multiplicar o fluxo de energia que os reikianos canalizam. É também um símbolo de proteção.
Remembrance Day (also known as Poppy Day, Armistice Day or Veterans Day) is a memorial day observed in Commonwealth countries to remember the members of their armed forces who have died in the line of duty since World War I.
Remembrance Day is observed on 11 November to recall the official end of World War I on that date in 1918; hostilities formally ended “at the 11th hour of the 11th day of the 11th month” of 1918.
Eu, como legítimo barbado, fiquei bastante curioso com esta reportagem da revista americana GQ sobre como cuidar da sua barba.
Na verdade, esperava que fosse algo completo, com dicas de cortes e coisa e tal. Aliás, seria bem oportuno, pois estou num momento de mudança do estilo – estava com a barba cheia até o fina de outubro, quando aparei para deixar um bigode com o intuito de participar do movimento Movember. Mas, por não me informar direito, não segui as regras do Manifesto e acabei cortando a barba à toa! GRRRR! Enfim…
Jaime, Gil e Jamil: It runs in the Family | A barba está no DNA
Para a minha surpresa, as dicas são bem superficiais e nada interessantes. A maior ênfase, pra dizer a verdade, é mesmo na parte de “se livrar da barba” (onde eles podem fazer a propaganda de mais produtos!).
Adorei, no entanto, este gráfico dos tipos de barba:
For years, the clean-cut gentleman was ruling the runway. Parted hair, waifish waist, skin smooth as a Botoxed three-year-old. Then a gritty crew rolled in and changed the game. With it, the beard invasion began.
Estou lendo um excelente livro (O Instante Contínuo, de Geoff Dyer) e, na leitura da tarde de hoje passei pelos comentários sobre as fotos “Equivalentes” do Stieglitz, o que me inspirou a criar este pequeno ensaio.
Apesar de levemente AZUL, o cheiro era de chuva. Aquele cheiro característico que chega muito antes das gotas. Cheiro de terra molhada. Mas, mesmo com cheiro de chuva, o céu ainda era manchado de azul.
Segundo Dyer: “As fotografias de nuvens feitas por Stieglitz eram,nas palavras do próprio fotógrafo, manifestações ‘de uma coisa que já tomava forma dentro de mim’. (…). ‘Eu queria fotografar nuvens para descobrir o que havia aprendido, durante quarenta anos, sobre fotografia. Expor, através de nuvens, minha filosofia de vida – mostrar que minhas fotografias não eram resultados de conteúdo'”. Continue lendo →
Uma das fotos que eu enviei para o concurso londrino “Capture Tower Hamlets” foi selecionada e fará parte da exposição e do acervo histórico deste “bairro” de Londres. Talvez eu até ganhe algum dos prêmios, na cerimônia de abertura da exposição, dia 10/11.
Fiz esta foto há alguns anos, na primeira vez em que visite Canary Wharf, um grande empreendimento residencial e comercial, na zona leste de Londres. Fiquei impressionado com estes vários relógios… E, pra falar a verdade, só agora, ao escrever este post é que reparei que os números neles não são iguais.
A minha amiga Maína Mello já publicou as dicas deste Movembro que entra agora.
Como é meu inferno astral, já espero sempre que seja um mês pessoalmente tumultuado, mas parece que vou ganhar um presentão de aniversário do Universo: um eclipse solar no meu signo, trazendo boas mudanças!
Fiquei bastante satisfeito com tudo que li por dois motivos: um que a Maína escreve com uma prosa tão gostosa e firme, clara e forte, que é realmente apaixonante; outro porque parece que ela estava falando COMIGO, diretamente com o Jaime Kuchembuck Scatena nascido em 24/11/77, um Sagitariano com ascendente em Sagitário. Cada frase, cada trecho, o texto descreve minha vida recente de tal maneira acertiva que é impressionante.
O bom de tudo é que as previsões são muito boas, tanto para Novembro (acabei de descobrir que desrespeitei uma das regras do Movember Manifesto, que não posso mais me declarar no mês de Movembro… GRRR! Pior de tudo, raspei minha barba a toa!), quanto para o ano pessoal que começará com o eclipse de 25/11/11.
O melhor ainda: isso vale para todos vocês, Sagitarianos. Aguardemos!
Paz pra Nós.
Novembro promete ser um mês repleto de boas novas para você, querido Sagitário. Principalmente no final do mês, quando um eclipse solar em seu próprio signo celebrará com fogos de artifício o seu aniversário. Sua vida está prestes a passar por mais uma reviravolta, e você pode confiar que as novidades serão super positivas!.
Nos meus passeios pra buscar imagens interessantes pra mostrar para o pessoal da Semana de Arquitetura da Unicamp eu encontrei este site, que fala um pouco deste interessante artista britânico.
Gosto muito das suas pinturas – já até fiz trabalhos inspirado nele – mas as fotomontagens, colagens, ou ‘joiners’, é o tipo de trabalho que realmente mexeu comigo da primeira vez que tive contato com seu trabalho, no Museu de Fine Arts de Boston, em 2007.
Este link abaixo mostra alguns outros trabalhos do Hockney, aqui tem o link da Wikipedia sobre ele e este é o site oficial dele.
David Hockney is one of British well-known artists that I have found very inspirational with one of my finals (collage). I really like his photo collage art works, (called ‘joiners’), which are a series of individual photographed details that create a complete image. Hockney’s photographic collage examines the relationship between image/reality and space/perspective. “I’m interested in all kinds of pictures, however they are made, with cameras, with paint brushes, with computers, with anything,” said Hockney. “All of them are artifice—technology alters the way you make pictures.”
Vai aqui o link para o texto do David Pogue, do NY Times sobre a morte do Steve Jobs.
Desde meu primeiro iPod eu admito que a Apple projeta equipamentos eletrônicos como ninguém. O design e a usabilidade são incomparáveis. É tudo muito intuitivo, muito bem acabado.
Photo credit: Johnathan Mak
Não vejo a hora de ter um iPhone novamente (meu primeiro, desbloqueado, congelou pra nunca mais retornar) e de comprar um MacBook, pra repor aquele que me roubaram. Sou fã incondicional do design da Apple.
Agora resta descobrir se eles continuarão com esta qualidade de projeto com a morte de seu principal cérebro.
Rest in peace, Mr. Jobs, and thanks for everything.
Your time is limited, so don’t waste it living someone else’s life. Don’t be trapped by dogma — which is living with the results of other people’s thinking. Don’t let the noise of others’ opinions drown out your own inner voice. And most important, have the courage to follow your heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary.
Há alguns meses fiz uma oficina de Residência Artística com o José Spaniol no Festival de Artes da Serrinha. Lá conheci um bando de artistas – todos tão loucos ou mais que eu, definitivamente nenhum ‘n0rmal’.
A Tábata Costa é uma delas (artistas… normal? não sei!). Ela trabalha muito com performances – um tipo de manifestação amplo, variado e certamente intenso, muito intenso. Gosto disso.
Ela tem uma ação muito legal que fez em Portugal, a Interditado, na qual se priva de um sentido e sai andando na baixa de Lisboa. E é só uma parte de todo um estudo sobre esta privação sensorial.
Precipício, Tábata Costa by JKScatena
Lá na Serrinha, certa manhã ela tira uma carta de tarô do bolso, dizendo que tinha umas idéias. Era O Louco. E essa foto acima é uma das que fiz enquanto acompanhei a intensa e efêmera performance da Tábata, que ela está chamando de “Precipício”.
Acabei de assistir a este video, uma dica da minha tia Vera Scatena e, na verdade, nada do que vi me surpreende.
Matamos os rios de São Paulo com uma ocupação urbana burra e erroneamente planejada. O resultado disso está aí: trânsito, enchentes, a não ocupação das ruas por pedestres, o desrespeito pelo espaço público; o desrespeito pela natureza da cidade de São Paulo.
Anhangabaú: aqui jaz um Rio
Mas se existiu esta minha falta de surpresa com a situação, uma frase me marcou muito por fazer referência direta a algo que vivo hoje, a arte nas cidades:
“A cidade é a principal obra de arte da humanidade, uma obra de arte aberta e não concluída” Prof. Alexandre Delijaicov – FAU/USP
Vale a pena ver o filme, por mais que seja apenas uma constatação dos constantes erros de planejamento de nossos líderes públicos.
Ainda sonho com uma São Paulo onde o prazer de viver exista. Às vezes acho que isto é só um sonho…
Entre Rios conta de modo rápido a história de São Paulo e como essa está totalmente ligada com seus rios. Muitas vezes no dia-a-dia frenético de quem vive São Paulo eles passam desapercebidos e só se mostram quando chove e a cidade pára. Mas não sinta vergonha se você não sabe onde encontram esses rios! Não é sua culpa! Alguns foram escondidos de nossa vista e outros vemos só de passagem, mas quando o transito pára nas marginais podemos apreciar seu fedor. É triste mas a cidade está viva e ainda pode mudar!
– Mas quem está dialogando na cidade? Só respondendo a isso posso responder ao que questionas.
– A cidade é um grande diálogo?
– Não! A cidade é uma cidade. Tão e somente: com seu nascimento, sua vida e crescimento… nossa! Com esta analogia de vida chegaremos à morte das cidades? A seu colapso? Não sei… só o tempo dirá. Será ele cruel com as cidades quanto é com nós que somos de carne e osso, e não de tijolos e cimento, como as cidades…
– Mas existe algo na vida que não seja diálogo?
– Que fixação, que fissura, que paranoia essa sua com o diálogo!! Deixe o mundo em paz, para que dialogue em paz. Assim teríamos apenas diálogos pacíficos, não-violentos. Você está meio obsessiva, não achas?
Parte II: O REgIstro
– Ai, por Deus! Porque raios queres conter uma cidade em um filme? Que ilusão esta tua… ilusão mesmo… uma ilusão cinematográfica. De onde é que tiras estas idéias é algo que nunca saberei. (…) Já a fotografia, sim, acho que possa mostrar a cidade… digo, um pedaço dela… Acho que nem uma GigaFotografia, destas enormes que estão desenvolvendo, acho que nem estas podemo mostrar a cidade assim inteira, de verdade por inteiro. (…) Ai, por Deus, Pai do céu! Porque é que queres conter a cidade inteira?!? Não é obsessão, não? (…) Essa é fácil! Para registrar o diálogo, basta gravá-lo, está me ouvido? Está? Oi… oi… me ouve?? (click).
Não tenho o hábito de ler obituários. Nem vou discutir a respeito.
Mas vou render homenagens a um profissional que, com seu trabalho, ajudou a criar a mítica Aura que existe em torno da minha banda favorita, os Beatles.
"Yesterday and Today" or 'butcher cover'
Achei legal que o texto apresenta esta tal “capa dos açougueiros”, uma que não chegou a ser realmente utilizada, pois acharam que era de mau gosto. Eu gostei!
Descanse em paz, Robert Whitaker (1939 – 2011)
His most talked-about work was one that most people never got to see when it was released: a photograph of the Beatles on an album cover that was quickly pulled from public view. Known in Beatles lore as the “butcher cover,” it showed the Beatles, wearing white butchers’ coats, festooned with chunks of raw meat and dismembered dolls. John Lennon, George Harrison and Ringo Starr are smiling; Paul McCartney’s mouth is agape. (…) It was their only record to lose money for Capitol. Still, it rose to No. 1 on the music charts by July 30 and stayed there for five weeks.
Mais uma boa review do David Pogue, do New York Times, agora falando da nova teconologia que a Sony tem colocado em suas máquinas, que permite tirar fotos panorâmicas em um click, movendo a camera em arco e a foto fica pronta, perfeita, diretamente na câmera, sem a necessidade de pós-edição.
Eu já uso a minha Canon S95 pra fazer panorâmicas – um dos meus usos preferidos, junto com o selective colour – mas tenho que editá-las no Photoshop, pra juntar as partes. O efeito fica ótimo, mas imagino que ter tudo pronto, diretamente na câmera, seja realmente mais prático!
Chicago: Millenium Park panorama
A panorama provides a much better representation of being there than the tiny slice provided by a regular photo. You can actually scan the scene, looking around you. And when it’s printed, a pano makes a perfect piece of art on the wall. Especially over a couch.
O David Pogue é, para mim, o melhor colunista de informática, gadgets e câmeras fotográficas do mundo! Adoro o humor em seus textos e a maneira objetica como ele avalia tudo o que acontece no mercado de informática.
As revisões que ele faz de gadgets e câmeras fotográficas são, definitivamente, um “must read” (de leitura obrigatória) antes de se adquirir qualquer equipamento!
A sua “Carta de Amor para uma câmera” me fez comprar a Canon S95 que tenho usado e que tira excelentes fotos, mesmo sendo compacta o suficiente para caber no meu bolso. Às vezes posso dispensar minha Pentax K-5 (uma SLR, grandona, com várias lentes e coisa e tal) e sair tranquilo sabendo que a Canon vai dar conta do recado.
Duas fotografias em um tempo: eu, minha Canon e minha Pentax
Neste texto abaixo ele comenta o desenvolvimento das câmeras portáteis, com belos exemplos de equipamentos da Pentax e da Nikon.
And why doesn’t everyone buy S.L.R. cameras? Gorgeous photos, sensational low-light shots, interchangeable lenses, no shutter lag!
Mais uma dica excelente do Creative Review Blog, agora sobre uma intersecção interessante entre filme e fotografia, em um trabalho do fotógrafo e filmmaker canadense Ryan E. Hughes, que usa 48 máquinas fotográficas simultaneamente!
Canadian filmmaker and photographer Ryan Enn Hughes’s 360 Project uses 48 cameras arranged in a circle and triggered simultaneously to explore the crossover between still and moving image
The city of Pompeii is a partially buried Roman town-city near modern Naples in the Italian region of Campania, in the territory of the comune of Pompei. Along with Herculaneum, Pompeii was destroyed and completely buried during a long catastrophic eruption of the volcano Mount Vesuvius spanning two days in the year AD 79.
Suas fotos são de flores, mas gostei mesmo da abordagem que ele faz a respeito das montagens a serem fotografadas – as natureza mortas – e como a decisão por usar este processo criativo influenciou em seu conhecimento da própria fotografia.
The activity of picture making also made it necessary to extend my use of the photographic process as I imagined different photographs, different print tonalities, and had to discover the means to realise them.
Someone asked me recently how i knew when a piece of work was finished. I know it when the making of a photograph is no longer necessary, the moment of recognition, the acknowledgement of subject occurs, but to look is sufficient.
Eu já tinha ouvido a respeito de dicas de cortes ( britânico David Graham comentou a respeito no workshop que deu em São Paulo em fevereiro de 2011), mas nunca tinha visto um esqueminha como este, que achei bem interessante.
Here’s a helpful illustration that shows acceptable places to crop when shooting portraits. Cropping at green lines should be fine, while cropping at red lines might leave you with an awkward looking photograph.
Acha o Twitter muito confuso? Não consegue entender porque é que este bando de nerds ainda usa uma ferramenta que não reconhece o nome deseus amigos enquanto digita (@username?!?)?
Este artigo do New York Times dá umas pistas interessantes…
Who am I? | JKScatena for Multigraphias
E você: pensa em modo Twitter ou em modo Facebook?
For me, Twitter is the most important service on the Web; I use it religiously and obsessively. But in comparison to Facebook’s huge number of active users, I’m part of the minority.
But if Twitter hopes to grow at the pace of Facebook, it will have to figure out how to stop thinking in @ symbols, and start thinking like my sister.
Essa vai para os ratos de museu, como eu, que não deixo de frequentar nenhum daqueles mais importantes do mundo sempre que posso.
Estar em lugares como estes é sempre uma experiência única, mais ou menos aprazível, mas sempre diferente. Mesmo quando você volta a algum museu, hábito que também pratico com frequencia.
Woman I, after de Kooning, 2011
Enfim, tudo isso pra dar a dica que o Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York vai abrir pra estes dias uma grande retrospectiva – são mais de 200 obras – do artista holandês Willem de Kooning.
O legal de retrospectivas é que você pode ser inundado pela obra de certo artista de uma maneira que a experiência se torna inesquecível.
Esta dica é preciosíssima pela qualidade de relacionar literatura e arte diretamente ao apresentar os quadros que o autor americano Ernest Heming contemplou em 1950.
The paintings Hemingway lingered over included Titian’s “Portrait of a Man,” Francesco Francia’s “Portrait of Federigo Gonzaga,” van Dyck’s “Portrait of the Artist,” Rubens’s “Triumph of Christ Over Sin and Death,” El Greco’s “View of Toledo,” Reynolds’s portrait of George Coussmaker, Cabanel’s portrait of Catharine Lorillard Wolfe, Cézanne’s “Rocks — Forest of Fontainebleau,” Manet’s portrait of Mlle. Valtesse de la Bigne (left), and Carpaccio’s “Meditation on the Passion.”
Hoje de manhã, na homepage do WordPress, me deparei com uma das imagens mais marcantes, para mim, da música dos Beatles: a capa do disco Revolver.
Só o ver desta imagem, já sou remetido à lembranças das diversas excelentes músicas deste LP. Como escolher uma favorita entre “Taxman”, “Eleanor Rigby” “Got to get you into my life” ou “Good day Sunshine”?
A capa traz uma ilustração feita com desenhos e colagens de fotos (feitas pelo fotográfo Robert Whitaker). Foi criada pelo alemão Klaus Voormann, amigo dos Beatles desde a época em que eles foram tocar em Hamburgo
Porém o artigo fala exatamente da “morte” das capas do disco, a partir de um texto publicado no New York Times.
Será mesmo? Será que esta arte está fadada ao ocaso?
Ainda que sim, continuarão existindo as capas clássicas dos inúmeros LP’s (e porque não CD’s) lançados até hoje.
E para você? Qual é a capa de disco clássica que te traz boas memórias?
I recently read an article in the New York Times that discussed the shrinking of album artwork. The piece argued that elaborate cover art seems to be out of fashion, and its in place artists are opting for simple designs that can be fully seen on computers and iPods. The close-up of Lady Gaga’s face for Born This Way, and the Red Hot Chili Pepper’s fly on a pill for I’m With You were cited as examples. While cover-art certainly isn’t indic … Read More
A edição eletrônica do jornal americano New York Times tem uma das melhores sessões de viagem que conheço. Sempre que vou a algum lugar busco as dicas deles. Adoro especialmente a coluna “36 horas em…” – já publiquei algumas dicas deles aqui.
Na edição desta semana, tem uma reportagem interessante sobre ferramentas de busca de hotéis – e de quartos.
Fala da nova ferramenta do Google – ainda em fase experimental e de outras que mostram até fotos dos quartos (não as fotos que os próprios hotéis fazem, onde tudo é maravilhoso) e das respectivas vistas.
A cama do Fouquet’s Barrière, em Paris, um dos hotéis mais luxuosos que conheci.
Uma boa dica!!
Now, a number of Web sites are attempting to answer these questions with tools including photo-based searches and maps that show where a town’s hot spots are.
O alcance da artemídia (a tradução de Media Arts, como definido pelo professor Arlindo Machado) é ainda imprevisível, já que se trata da inteferência de artistas nos circuitos da media já estabelecida e, no caso da Internet, a Arte de nosso tempo.
Artemidia, em português, é o termo a ser usado quando um trabalho de arte usa a tecnologia em meios de comunicação em massa.
Prof. Arlindo Machado, 2011
Nu descendo a Escada, Duchamp 1912
O certo é que os artistas, como “antenas da humanidade”, sempre se apropriaram e subverteram os parâmetros, quebraram paradigmas, usando os mais avançados dos instrumentos disponíveis. O cravo de Bach, os estudos fotográficos de Degas para uso em sua escultura e a cronofotografia no Nu na Escada de Duchamp; o artista deve estar em sintonia com o seu tempo.
O artista é um inconformado em sua busca pela subversão dos convencionalismos impostos pelos meios de produção de massa. A arte deve ser usada como a metalinguagem da mídia.
Duchamp é um caso à parte, ao chegar ao extremo de tratar seus ready-mades – objetos industrializados, seriados, repetidos – como singulares e sublimes objetos de arte. Quando o publico e o mercado aceitaram esta visão, estavam abertas as porteiras da arte para tudo o que vem depois. Essa culpa é dele, e só dele!
A idéia de tratar um perfil do Duchamp no Facebook como o uso ready-made na criação do efêmero é genial, afinal de contas, a artemidia é exatamente isso: a tradução da sensibilidade artística do homem do século XXI.
Cheneseau faz é um ready-made do século XXI, ao utilizar como objeto pronto o elemento numérico (a página web) em sua obra. Certas obras de Duchamp desapareceram por acidente ou pelo desejo do artista, e delas restam apenas fotos e/ou cópias, o que faz com que estas obras sejam hoje tão virtuais quanto uma página do facebook. Ou, como diz o artigo do jornal francês La Libération sobre o assunto, “Ceci n’est pas une page Facebook“
Adoro os artigos do David Pogue, um dos colunistas de tecnologia do New York Times.
Sempre procuro suas avaliações quando vou comprar algum equipamento – sua “carta de amor a uma máquina fotográfica” é um clássico e a máquina é realmente excelente – e as suas colunas semanais também são muito boas.
A desta semana é uma aulinha de tudo que é “obrigatório” assistir na Internet.
L’arte è eterna, ma non può essere immortale” sottolineando con ciò una differenza importante tra il concetto di eternità e quello di immortalità.
L’opera d’arte può anche sopravvivere all’uomo per qualche generazione, ma l’importanza assoluta non è tanto la materialità dell’arte, quanto il gesto e l’invenzione artistica, che sono gli unici atti di eternità possibili per l’uomo “(…) sino ad oggi gli artisti, coscienti o incoscienti, hanno sempre confuso i termini di eternità e immortalità, cercando di conseguenza per ogni arte la materia più adatta afarla più lungamente perdurare, sono cioè rimasti vittimi coscienti o incoscienti della materia, hanno fatto decadere il gesto puro eterno in quello duraturo nella speranza impossibile della immortalità. noi pensiamo di svincolare l’arte della materiail senso dell’eterno dalla preoccupazione dell’immortale.
E non ci interessa che un gesto, compiuto, viva un attimo o un millenio, perché siamo veramente convinti che, compiutolo, esso è eterno.
Primo manifiesto Spaziale Lucio Fontana 1947, pubblicato per María Eugenia Arostegui Sebastian via MULTIGRAPHIAS.
Sarà la mia arte immortale? Solo il Tempo potrà dire…
Recebo sempre estas dicas de uso do Photoshop, com videos tutoriais muito bem feitos e fáceis de seguir (mas somente em inglês).
Este aqui é para usar uma camada de correção para ajustes de tons de pele.
Clique no link no final do artigo para ver o vídeo.
Here’s a good video by Sean Armenta where he shows you in detail how to quick and easily make skin tone corrections using the curve adjustment layer option in Photoshop.
A sessão de dicas de viagem do New York Times tem, todas as semanas, esta coluna de “36 horas” em algum destino.
É um roteiro pra quem quer passar o final de semana em algum lugar, cheio de dicas de restaurantes, bares, lojas… muito bom!
Este é de Nova York… Não! Na verdade é de uma área de Manhattan – Downtown – ou o centro financeiro, lá na ponta sul da ilha (onde ficavam as Torres Gêmeas).
Essa foto eu tirei (ainda em filme) da primeira vez que estive em NY, nos idos de 2002. Tem mais fotos da Big Apple no meu foto site:
Clique no link lá embaixo para ler as dicas do NYTimes (em inglês).
The financial district is bustling, Chinatown is as quirky and enticing as ever, and TriBeCa is bursting with new restaurants, bars and hotels. With the exception of those seeking a night of relentless club-hopping, travelers hardly need venture north of Canal Street for a complete New York weekend.
Arte Correspondência é isso: traços e palavras que se completam. Inspirações e técnicas compartilhadas. Liberdade para modificar, ampliar, rasurar, colorir, um o mundo do outro.
Percepções que se entrelaçam na distância e no desejo de trazer pra perto.
Prazer maior do que o de visualizar e curtir; prazer de tocar, de sentir, de possuir, de complementar, de transcender os limites virtuais de agora, interferindo e reconstruindo conceitos visuais de um passado encantador.
Primeiro achou muito ovvia a resposta… teve até receio de comentar e parecer petulante, entende? Até porque não me vinha à cabeça nenhuma forma que não fosse ovvia de fazer ver a voz. Ver a Voz… Ver a Voz… Ao ler gostou do Som. Ver a Voz… Ver a Voz… Achava engraçado, pois ouvia a Voz na cabeça… Ver a Voz.
Ao Ler o que Escrevia ouVia a Voz.
*-*
He first considered the answer way too ovvia… decided not to comment and might sound petulant, got it? Specially because nothing too obvious came to his mind as a way to be able to See the Voice. Quite strange… See the Voice… it’s indeed weird, because in Portuguese (up above), “See the Voice” suddenly becomes the center of the narrative, or should I say, the sound of it, “See the Voice”, being heard as you read the text, is somehow funny, or interesting, as a pun or a tong twister.
Still, while Reading what he was Writing, he could Listen to the Voice. (and that’s a shame again, because in “ouVia a Voz” you can blend both verbs – See and Listen – together)
*-*
Primo considerò la risposta troppo ovvia… aveva una quasi paura di commentare e suonare petulante, tè capi? Principalmente perché non abbia pensato nessuna alternativa che non fossi così ovvia per fare vere la voce. Vere la Voce… Vere la voce… mentre leggeva l’hai piaciuto como suonava. Vere la Voce… Vere la Voce… Trovava divertente, perché sentiva la voce nella testa… Vere la Voce.
Mentre Leggeva quello che Scriveva, guardava la Voce.