Well done @CitibikeNYC ! For the first time I saw bikes being shifted to the empty Christopher x Greenwich station this morning. #citibike>> 14 hours ago
Know it's not easy to find a parking spot in NYC. Even worse its to dock a #citibike. Christopher x Greenwich & Barrow x Hudson are full...>> 1 day ago
#Citibike#Fail. @CitibikeNYC app shows 4 available bikes; reality is: 8 broken ones. Barrow x Hudson; some are there since a while.>> 1 day ago
Reproduzo aqui um desabafo pessoal e muito claro dos acontecimentos em São Paulo destes últimos dias, especialmente de ontem.
O autor, alguém de quem me orgulho e por quem tenho extremo respeito, preferiu não ser nomeado… pelo menos por enquanto.
As imagens são todas da Internet – clique nelas para ver a origem.
São Paulo, nesses dias, está um caos.
São 2h20 da madrugada desta sexta, 14 de junho. Acabo de chegar em casa. Ver minha esposa e meu filho é sempre uma alegria.
São Paulo, nesses dias, está um caos. Fiquei até agora há pouco, acompanhando o vereador com quem trabalho, em uma espécie de “vigília democrática”. Acompanhamos, de tarde, pela TV e pelas janelas da Câmara dos Vereadores, a evolução malfadada, das manifestações contra o aumento da tarifa do ônibus (transporte público) de São Paulo… Ao percebermos os descaminhos do processo e a reação descabida da polícia, fomos ao 78º distrito de polícia para ver se conseguíamos ajudar a reduzir os danos e garantir o mínimo de tratamento justo e cidadão dos manifestantes. Nossa ida ocorreu, pois algumas lideranças pediram ajuda. Sabemos, infelizmente, que nessas horas, nesse país, ter uma autoridade por perto, pode coibir abusos.
Here it is the official video, for the One project, an acoustic performance of “Sunday Bloody Sunday” for the ONE agit8 campaign, which celebrates the power of protests songs. leia mais »
Coisas que só acontecem em NY, eu estava trabalhando em uma atividade do InsideOut Project e acabei conhecendo pessoalmente o Bono, o The Edge, do U2, e o Chris Martin, do Coldplay.
U2 @ Electric Lady Studios, NYC
Fiz essas fotos maneiras, que já estão bombando na Internet e ainda gravei este vídeo incrível e exclusivo!
Estive na Pulse Fair, que aconteceu no Metropolitan Pavillion (125 W 18th St), na semana passada e trago aqui uma seleção de obras que chamaram minha atenção. Algumas pela beleza, outras pelo conteúdo/conceito, outras apenas por serem interessantes.
A Pulse é uma feira, exclusivamente de arte contemporânea, ‘paralela’ à Frieze que toma conta da Randall Island no mesmo período. A Frieze conta também com uma edição em Londres em setembro, enquanto a Pulse tem uma versão em Miami em dezembro.
Neste artigo:
Arte em latas amassadas de Kim Alsbrook
Maços de cigarro transformados em arte por John Slaby
A performance datilografada de Tim Youd
Um recado no espelho de Adam Parker Smith leia mais »
Me envolvi até o pescoço com o projeto InsideOut que invadiu Nova York neste mês. Virei um voluntário colando os pôsteres no chão da Times Square e tirei várias fotos na cabine que eles instalaram na praça símbolo da cidade – uma delas foi parar no mural vertical que eles ocuparam e outro apareceu na capa do caderno de Artes do NYTimes do sábado. E ontem fui na abertura da exposição “Wrinkles of the City, Havana” do JR com o artista José Parlá, na galeria Bryce Wolkowitz, no Chelsea.
Parlá & JR – Wrinkles of the City, Havana (photo by DavidFisher)
Semana passada o caminhão do artista de rua JR estacionou na Times Square e vai ficar por lá até dia 10 de maio, tirando fotos de quem se dispuser, imprimindo os retratos em tamanho grande e colando-os no piso desta praça que é meio que o coração de Manhattan.
The art of losing isn’t hard to master;
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster.
Hoje fui me despedir do Festival de Cinema de TriBeCa – meu terceiro filme na semana – com uma matinê às 11h30 de um filme poético (em sua maior essência) e muito bem realizado. E Brasileiro. leia mais »
JR era apenas mais artista de rua que colocava seu nome em spray pelas ruas de Paris, até que ele decidiu começar a colocar a face de outros, seus rostos, impressos em tamanho grande, como lambe-lambe por uma causa maior.
Murs de l’Espace des Blancs Manteaux, Paris, 2006
Em 2006 ele criou o projeto “Portrait of a Generation” (Retrato de uma Geração), como uma reação aos distúrbios que atingiram a periferia de Paris no ano anterior. JR produziu retratos dos jovens que viviam nos suburbios da cidade. Estes retratos foram, então, aplicados ilegalmente nas paredes do “Espace des Blancs Manteaux“, no bairro parisiense do Marais (na zona central da cidade); a idéia era confrontar as pessoas com retratos de pessoas que só eram vistas ‘às margens’ da sociedade.
A oferta cultural de Nova York é praticamente inesgotável. Fora os inúmeros museus da cidade que têm fotografia em seus acervos – Metropolitan e MoMA, por exemplo, há o International Centre of Photography – ICP (onde estou estudando novamente) e ainda uma quantidade imensa de galerias de arte voltadas para a fotografia.
Bill Brandt @ Edwynn Houk
Resolvi seguir as dicas da TimeOut NY, que criou uma publicação com as 10 exposições fotográficas imperdíveis e vou publicar nas próximas semanas minhas impressões sobre elas. Eu até criei um mapa para me ajudar a navegar neste mar de galerias.
Já quando me dava por satisfeito, retornando pra casa, vi uma instalação interessante na vitrine da Bryce Wolkowitz (505 W 24 th St.): livros. Não eram exatamente livros, mas uma pintura de um pilha de livros, bem maiores que a realidade, pendurada na parede, sendo que um deles nem era livro, mas uma linha de LEDs que continha um texto em movimento – daqueles tipo ‘ticker’ de notícias financeiras. Pronto, fui fisgado pela mostra Luminous Words da artista coreana Airan Kang. leia mais »
Ontem fiz o circuito de galerias de Chelsea, na W 24 St., uma bela dica de uma nova amiga aqui de Nova York, e uma das melhores exposições foi a do artista americano Jean-Michel Basquiat (1960-1987) na Gagosian Gallery.
Jean-Michel Basquiat (Lizzie Himmel, 1985)
Basquiat nasceu no Brooklyn, em NY, e saiu de casa aos 15 anos pra ganhar as ruas, primeiramente como um artista de rua anônimo, assinando suas ‘pixações’ como SAMO. leia mais »
Na noite da segunda feira de Carnaval a Escola de Samba Imperial de Atibaia se apresentou no Centro de Convenções da cidade.
A escola, que tem integrantes de dois dos bairros mais pobres da cidade – Jardim Imperial e Caetetuba – apresentou sambas-enredo de carnavais passados e subiu ao palco com uma amostra daquilo que sabe fazer melhor.
Estas são parte das minhas fotos aprovadas no 10º Festival Internacional da Imagem de Atibaia, uma série que traz uma leitura deturpada de sinais e símbolos que vemos todos os dias e, em muitos casos, não realmente os Lemos, ao menos conscientemente.
Para ver as outras fotos, “Not Really There”, clique aqui.
Estas são parte das minhas fotos aprovadas no 10º Festival Internacional da Imagem de Atibaia, referente à série “Not Really There”. Para ver as outras fotos, “Sinais e Símbolos”, clique aqui.
O projeto “Not Really There / Não Exatamente Lá” apresenta uma abordagem da Fotografia que parte da missão pessoal de retratar o mundo a partir de um ponto de vista único e particular.
Inspirada na afirmação de Gerard Richter que diz que “o espelho mostra algo que realmente não está lá, pelo menos não onde estamos vendo”, esta série registra paisagens e ícones de diversos lugares do mundo sem propriamente fotografá-los, mostrando-os através apenas de seus reflexos.
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A colocação de recortes destas imagens, uma nova versão do trabalho criada especificamente para o 10º Festival, em caixas de fósforos aprofunda mais um nível nesta ‘Não Existência’ dos objetos retratados, que, menos ainda podem estar dentro de pequenas caixas. Exatamente Lá é que eles realmente não estão.
Pessoal, o #Movember está aí e a dica é fazer dos nossos bigodes em crescimento lembretes diários e ambulantes a respeito da saúde masculina.
Aproveitem qualquer menção aos seu imponente bigode para questionar seus amigos se eles tem tomado os cuidados necessários com a saúde: visitas periódicas a médicos, exames nas frequencias definidas pelos seus doutores etc.
Aqui vai uma dica de como ter muito estilo na criação do seu Moustache:
Como falei no post anterior, a iniciativa do Movember é muito mais do que uma simples brincadeira de se raspar a barba e deixar um bigodão crescer por um mês. É, principalmente, uma tentativa de mudar a cara da saúde masculina, chamando a atenção para as doenças mais comuns dentre os homens, dicas de como se prevenir e, mais ainda, de como manter uma boa saúde durante a vida toda.
Uma iniciativa surgida na Austrália em 2003, o Movember começa oficialmente hoje trazendo às vistas milhares de novos bigodudos numa tentativa de promover a discussão e aumentar a conscientização a respeito da saúde masculina. E eu aderi à proposta neste ano… já estou de cara limpa pra começar o mês. leia mais »
Prezi designed for my “Photography, Art and Architecture” workshop as a visual retrospective of The Architectural Image, from the Renaissance to Contemporary.
The Image: A visual retrospective II (click to open)
I am the Light (Pimlico Project), David Goldenberg
“A Fotografia é uma jornada, uma bem pessoal que pode somente ser apreciada e plenamente entendida pelo próprio fotógrafo.
Esta jornada tem seu próprio ritmo e não pode ser nunca empurrada ou forçada.
Às vezes há a ânsia de se documentar obsessivamente, às vezes é a busca da imagem perfeita que refletirá seu estado e suas emoções naquele momento, como capturar um pedaço do Nirvana para acalmar seu dia-a-dia”
Comecei a fazer vídeos há pouco mais de um ano e, pela primeira vez, tive um video aceito para o Festival do Minuto.
Fiz o “I give you my sky” em dezembro/11 para um post do Multigraphias, no qual o Roberto Cambusano queria “ser o céu por 2 minutos”… só isso.
Peguei a Londres dele, o céu com palavras que falavam e ser o céu, coloquei um belo azul celeste diretamente de Atibaia e um áudio daqui do interior de São Paulo, de Jarinu, que tinha gravado para a série Cidades In(di)visíveis, também do Multigraphias.
Deu no que deu: cidades indivisíveis no desejo de sermos o céu. Clique na imagem abaixo para ver, direto no site do Festival.
Para inscrever no Festival do Minuto eu fiz poucas adaptações, inserindo o texto em português (que deu outra poesia ao vídeo) e os devidos créditos. Virou o “Te dou o meu céu (I give you my sky)”, foi julgado pela equipe de curadores do Festival do Minuto e foi selecionado como destaque para participar do Festival.
Assista ao vídeo e, por favor, dê sua nota através das estrelinhas – este é o voto do público.